Educação ambiental além da sala de aula de Rio das Ostras

Publicado em 01/08/2014 Editoria: Educação

Um dia de descobertas para alunos da rede municipal. O proje­to de “Portas Abertas” apresentou para 15 alunos da escola Estadual Municipalizada Fazendas Reunidas Atlânticas o funcionamento de uma estação e todo o processo de trata­mento de esgoto da cidade. A visita piloto aconteceu na ETE do Jardim Mariléa, no final deste mês, e as no­vidades sobre o projeto serão apre­sentadas nesta sexta-feira, dia 1.

A ação é promovida pela Ode­bretch Ambiental, empresa res­ponsável pelos serviços de esgota­mento sanitário do município, que promete com as reformulações no projeto, trazer um espaço equipado para receber os alunos em um am­biente temático e específico para as apresentações.

Os estudantes do 4º ano co­nheceram de perto como funciona o tratamento correto de resíduos, através de palestra e atividades. A visita técnica, além de curiosa, é uma grande oportunidade para que os alunos saiam do cotidiano da sala de aula e conheçam novas tec­nologias. A ETE Mariléa é o Centro de Controle Operacional e recebe informações em tempo real desse sistema de supervisão remota on­line, que supervisiona, simultane­amente, dez estações elevatórias de esgoto localizadas em pontos estratégicos da rede. Em cada esta­ção são monitorados dados de nível do poço de sucção e status dos con­juntos moto-bombas, além do con­trole de partida e parada de bomba, revezamento em caso de falhas ou por tempo de operação. Os olhares atentos dos alunos acompanharam e desvendaram as etapas envolvi­das no tratamento.

“Essa visita nos esclarece mui­to, pois olhando de fora, temos outra visão do tratamento. E a ida­de das nossas crianças favorece o aprendizado. É o momento ideal para passar essas informações. Eles vão levar isso para casa e transmitir a mensagem para os familiares.”, destacou a professo­ra que acompanhou a turma, Ma­ria Glória.

Para o pequeno João Pedro, de 9 anos, o que mais chamou a aten­ção foi a possibilidade de reapro­veitamento do óleo de cozinha. “Eu quero voltar aqui. Preciso mostrar pra minha mãe como ela deve usar o óleo de cozinha velho. Ela estava jogando na pia. Vou falar pra ela que não pode fazer isso”, disse.

A tecnologia de tratamento aplicada ainda oferece proteção e alarmes através de transmissores instalados em cada estação, miti­gando situações adversas tais como extravasamentos, odores desagra­dáveis, ruído e incômodos, prote­gendo pessoas e meio ambiente. Mais informações sobre o projeto podem ser adquiridas através do 0800 771 0001.

› FONTE: Macaé News (www.macaenews.com.br)