Macať conta com 10 unidades de emergÍncia

Publicado em 08/07/2014 Editoria: Saķde

Com estrutura composta por 10 unidades de emergência, a Secretaria de Saúde de Macaé possui duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) nas áreas que mais crescem na cidade: Barra e Lagomar. A população da zona norte do município conta ainda com o Pronto Socorro do Aeroporto. Nas UPAs, os serviços de pediatria e clínica são oferecidos 24 horas. Na unidade da Barra, classificada como de porte três, o diferencial é o atendimento de odontologia para todos os casos de emergência.

Morador da Brasília, João Vitor da Silva procurou a unidade por estar com dor no dente. "O dentista fez o procedimento emergencial e me encaminhou para tratamento no ambulatório, já que será necessário tratar o canal", disse, acrescentando que recebeu o medicamento no local. São realizados por mês 500 atendimentos odontológicos.

As unidades contam com uma central de abastecimento farmacêutico, que também fornece o medicamento para que o paciente continue o tratamento em casa. São atendidas aproximadamente 200 receitas por dia.

Outro serviço é o de pediatria. Na unidade da Barra são três especialistas por dia; e no Lagomar, dois. A dona de casa Renata Ventura levou um susto quando sua filha Giovana, de apenas 25 dias, engasgou após o aleitamento. "Foi a primeira vez que estive aqui. O médico foi atencioso e explicou o que devo fazer depois da amamentação", declarou.

O coordenador municipal de Emergência, Cristiano Passos Alonso, informou que, nos primeiros quatro meses deste ano, o setor de emergência foi responsável por mais de um milhão de procedimentos (1.081.550). Desse total, a UPA da Barra fez 454.822; e a do Lagomar, 212.678.

Rodney Santos, gerente de enfermagem, ressaltou que o atendimento da unidade do Lagomar, de porte um, cresce consideravelmente. Por essa razão, futuramente poderá haver mudança de porte, o que demandará mais profissionais e espaço.

As UPAs contam com serviço de acolhimento, classificação de risco, Raio X, eletrocardiograma, farmácia, consultórios, serviço social, observação, laboratório e ambulância, entre outros. Para os pacientes que necessitam de cuidados especiais, as unidades possuem salas amarela e vermelha. A primeira é para casos mais brandos; e a segunda, para os mais graves, com equipamentos específicos como carro de parada, monitor cardíaco, ventilador mecânico, desfibrilador e oximetria.

Todos os usuários que chegam à unidade são acolhidos por um profissional de enfermagem, que depois os encaminha ao registro e, posteriormente, para a classificação de risco. O protocolo de classificação de risco é usado nos principais hospitais do Brasil e do mundo. A classificação é feita por cores: vermelho, amarelo, verde e azul. Os casos mais graves são classificados com a cor vermelha, para paciente que corre risco de morte e necessita de atendimento imediato. Já o amarelo é considerado urgente e não de emergência, mas precisa de atendimento prioritário. A cor verde indica os casos menos graves. E o azul, os de menor complexidade.

› FONTE: Macať News (www.macaenews.com.br)