Polícia Civil investiga intoxicação de alunos em Rio das Ostras

Publicado em 21/03/2014 Editoria: Geral

Inicialmente, cerca de nove mil moradores de Casimiro de Abreu foram beneficiados com a inauguração do pri­meiro módulo da Estação de Tratamento de Esgoto do município. A unidade, que foi inaugurada no dia 20, trata aproximadamen­te 50% de todo o resíduo produzido na sede da cida­de. Com investimento total de R$ 32 milhões, também já estão em andamento a segunda e terceira fase da obra. A previsão é que es­tas entrem em operação dentro de um ano.

De acordo com o pre­feito Antonio Marcos, após os outros dois módulos prontos, o tratamento de esgoto atingirá 100% da sede. O prefeito destacou

A Polícia Civil de Rio das Ostras continua a in­vestigação sobre a intoxi­cação que levou cerca de 100 pessoas para o Pron­to Socorro Municipal e para a emergência pediá­trica do Hospital Munici­pal, na sexta-feira, dia 14. O fato aconteceu na Esco­la Inayá Moraes D’Couto, no Village.

Em entrevista, o de­legado Diogo Teixeira Schettini pediu uma lista completa com os nomes das pessoas que estavam na escola e possam aju­dar na investigação. Ele disse ainda que tentará localizar câmeras de se­gurança nas proximidades da escola para analisar as imagens e identificar pos­síveis suspeitos. Na terça­-feira, dia 18, a delegada titular da 128ª Delegacia de Polícia Civil informou que ainda não havia novi­dades sobre o caso.

Segundo os números levantados, no pronto­-socorro, foram atendidas 48 pessoas, entre funcio­nários e alunos, com idade acima de 13 anos. Para a emergência pediátrica do Hospital Municipal, foram levados 55 alunos com me­nos de 13 anos.

No dia do incidente, um grupo de alunos chegou a contar que chegou a sentir um cheiro estranho, que provocou um seco na gar­ganta e uma ardência no nariz. “A primeira a passar mal foi uma menina grávi­da”, disse a estudante Gra­ciele Gomes.

Logo nas primeiras ho­ras da manhã, o Corpo de Bombeiros após vistoria, descartou o vazamento de gás de cozinha. Os sinto­mas indicados pelas pesso­as também não indicavam ser este o gás responsável pela a intoxicação. A hipó­tese com que se trabalha é de que foi acionado um gás de pimenta, até mesmo pela facilidade deste ser encontrado e comprado.

› FONTE: Macaé News (www.macaenews.com.br)