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Distrito de Tamoios quer aumentar taxa de legalização do comércio em 50% neste ano

Publicado em 24/01/2014 Editoria: Economia sem comentários Comente! Imprimir


Em 2013, mais de 100 comércios buscaram a legalização junto à s ubprefeitura

Em 2013, mais de 100 comércios buscaram a legalização junto à s ubprefeitura

O aumento popula­cional do distrito de Tamoios, em Cabo Frio, em média 8% ao ano, tem leva­do inúmeras pessoas a abri­rem seus comércios na loca­lidade. Um dado lamentável por enquanto é que muitos desses estabelecimentos ainda atuam na informali­dade. Entretanto, segundo dados da subprefeitura, no ano passado, mais empre­sários procuraram regula­rizar a sua situação. Foram 168 comércios legalizados, um número 10% maior do que em 2012.

Para 2014, a meta é fazer com que este número cresça em 50%, ou seja, neste ano, cerca 330 novos comércios devem ser legalizados. Para atingir esta expectativa, al­gumas ações em parceria com a Associação Comer­cial, Industrial e Turística de Cabo Frio (Acia) devem acontecer ainda no primei­ro semestre. Segundo o di­retor de Turismo e Eventos de Tamoios, Alan Silva, a intenção é montar uma es­trutura onde esteja presen­te alguns órgãos e institui­ções, como por exemplo, o Banco do Brasil para con­cessão de crédito; e o Ser­viço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com informações sobre empreendedorismo.

A previsão é que esta iniciativa seja realizada a partir de maio. Antes, po­rém, uma equipe da sub­prefeitura vai realizar um levantamento para saber quantos são os comércios ilegais. “Muitos falam sobre o aumento dos tri­butos ao procurarem a legalização, mas é preciso ver os pontos positivos”, disse o diretor ao res­saltar que aqueles que já estão cadastrados na prefeitura podem, por exemplo, buscar crédito junto às instituições financeiras, comprar dire­to das empresas e oferecer emprego de carteira assinada. “Isso possibilita um respaldo maior até mesmo para os empregadores”.

Segundo Alan, os estabelecimentos que mais foram criados em Tamoios nos últimos anos são os de materiais de construção, pousadas e tele­-entregas. Já restaurantes e pensões costumam aparecer mais na alta temporada. Es­tes são responsáveis por au­mentar o número de empresas irregulares, pois costumam abrir as portas neste perío­do e fechar quando a movi­mentação na cidade diminui. Normalmente estas empresas são formadas por pessoas de uma mesma família. “Temos que fazer um trabalho de edu­cação. Queremos que eles se legalizem e que mantenham as portas abertas o ano todo. Para isso, vamos levar infor­mação e conhecimento”.

› FONTE: Macaé News (www.macaenews.com.br)


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