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Mecanização agrícola do Estado chega para assentamentos em Magé

Publicado em 20/12/2013 Editoria: Geral sem comentários Comente! Imprimir


Programa Nossa Terra vai entregar R$ 388,4 mil em maquinários e equipamentos para três assentamentos em regularização fundiária
A segunda etapa do projeto de apoio à produção do programa Nossa Terra, de regularização fundiária, chega a três assentamentos rurais de Magé, na Baixada Fluminense, nesta sexta-feira (20/12). Desenvolvido pela Secretaria de Habitação, por meio do Instituto de Terras e Cartografia do Estado do Rio de Janeiro (Iterj), o programa assiste às famílias de pequenos agricultores que tiveram suas terras legalizadas (de papel passado) com a entrega de sementes, insumos, maquinários e veículos de transporte para escoar a produção. O objetivo é fixar o homem no campo com geração de renda, sustentabilidade e qualidade de vida.
Os assentamentos de Pau Grande, Cachoeira Grande e Santa Rosa, localizados em Magé, que reúnem 218 famílias (1.090 pessoas) receberão 25 equipamentos. Nos últimos dois anos, as três comunidades foram contempladas com a primeira etapa do programa, com a entrega de tratores, microtratores, carretas agrícolas e caminhões.
- Em Magé o crescimento urbano é grande, o que traz dificuldade para o trabalho no campo. Com apoio, porém, a gente observa que tudo muda. Juntos, esses assentamentos recebem agora mais R$ 388,4 mil em equipamentos. Tem assentamento, como o de Cachoeira Grande, que já aumentou a produção em torno de 30%. Esse maquinário acelera a produção e, crescendo a produção, também cresce a renda familiar. É fincar o homem no campo com mais qualidade de vida e dignidade para suas famílias – diz o secretário de Habitação, Rafael Picciani.

O secretário ressalta que o Iterj também investe na orientação e no acompanhamento das plantações, em um trabalho feito por engenheiros e técnicos agrícolas. A presidente do instituto, Mayumi Sone, acrescenta que é preciso promover as capacitações necessárias para o uso do maquinário, o aproveitamento do solo e, consequentemente, a produtividade das famílias:
– Toda a comunidade é treinada para o uso dos equipamentos. Além da entrega dos maquinários, o Iterj também garante o apoio e orientação técnica no desenvolvimento da produção, desde o plantio até a colheita – ela conta.

Os agricultores familiares de Magé comemoram o avanço do programa.
– O maquinário cedido pelo Iterj fez grande diferença. Não tínhamos dinheiro para comprar os equipamentos. Para alugar, precisávamos pagar R$ 80 por hora. Para o cultivo, gastávamos de 10 a 15 horas, em média R$ 1.000 só para preparar a terra. Quem poderia pagar uma quantia desta? Com a economia deste valor, podemos investir na compra de sementes e insumos, aumentar a produção e conseguir sobreviver de nossa agricultura – atesta Cezar da Silveira Ferreira, presidente do assentamento rural Fazenda Santa Rosa.

› FONTE: Macaé News (www.macaenews.com.br)


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