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Fiperj prossegue com oficinas de cooperativ&8203;ismo e gestão que vão beneficiar 6 municípios do Norte

Publicado em 16/09/2014 Editoria: Geral sem comentários Comente! Imprimir


Depois de São João da Barra, é a vez de pescadores e aquicultores de Campos receberem a ação do Atepa I nesta quarta e quinta, dias 17 e 18

A Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Fiperj) prossegue no Norte Fluminense com as oficinas de Cooperativismo e de Gestão de Empreendimentos, que visam fortalecer as comunidades de pescadores artesanais e aquicultores familiares em seis municípios da região. Terceira das cinco etapas do Projeto de Assistência Técnica e Extensão Pesqueira e Aquícola (o Atepa I), a novidade começou em São João da Barra nos últimos dias 4 e 5, na Colônia de Pesca Z-2 (Atafona), e continua em Campos dos Goytacazes, com as ações acontecendo das 9h às 17h desta quarta e quinta-feira (dias 17 e 18), no auditório do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) da cidade. As atividades contam com o apoio das secretarias de Pesca, colônias de pescadores e cooperativas locais dos municípios beneficiados. Os próximos são Macaé, São Francisco do Itabapoana, São Fidélis e Cardoso Moreira.

Fruto de convênio do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca (Sedrap, que tem a Fiperj entre suas vinculadas), o Atepa I foi lançado há três anos no Norte do estado, com a ação de divulgação das políticas públicas para o segmento. A segunda etapa foi a realização de diagnósticos municipais, concluída no primeiro semestre de 2013. Marcando a terceira fase do projeto, as oficinas devem contemplar até 300 profissionais, com uma média de 50 pessoas em cada um dos seis municípios em que serão realizadas nos próximos meses. Gerente executiva do projeto, a zootecnista da Fiperj Juliana Guimarães fala das outras duas etapas que ainda vêm pela frente.

- O Atepa tem cinco metas. As oficinas são a terceira delas, identificada como reestruturação das cooperativas e organizações formais. Mas o projeto conta ainda com atividades sobre a prestação de assistência técnica pesqueira e aquícola e, por último, a divulgação de resultados - adianta a zootecnista.

São João da Barra - Com o apoio da Secretaria de Pesca de São João da Barra, da Colônia de Pesca Z-2 e da Cooperativa Arte Peixe, as atividades foram conduzidas por Marlize Porto, consultora do Sebrae que realizou dinâmicas de grupo para integrar os participantes, recorrendo a metodologias que sensibilizam a importância do cooperativismo. Depois, com demonstrações simplificadas de empreendimentos de resultados satisfatórios, os pescadores e aquicultores tiveram acesso à legislação que rege as cooperativas e associações brasileiras. Um exemplo foi a cooperativa local Arte Peixe, tocada por mulheres e com cases que serviram para a discussão de pontos fortes e fracos do processo de gestão. “O evento foi muito importante para a sensibilização de todas as cooperadas sobre a importância de trabalharmos unidas e fortalecermos ainda mais a instituição”, disse Janusa Nunes Monteiro, presidente da Arte Peixe.

Para médico-veterinário Luis Bernabe Castillo, chefe do Escritório Regional Norte Fluminense I da Fiperj (que tem sede em Campos e atende a cinco cidades da região), as oficinas se transformaram em um rico espaço para a análise e discussão das possibilidades de melhor gestão e ampliação da capacidade de produção.

- O case da cooperativa local nos permitiu trabalhar não só a união das cooperadas mas a visão das demais participantes enquanto consumidores do produto beneficiado pela Arte Peixe - destacou Luis Bernabe, adiantando que informações sobre as próximas oficinas podem ser obtidas no telefone (22) 2731-8273 ou pelo e-mail fiperjcampos@gmail.com.

› FONTE: ASCOM


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