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Áreas de ocupação histórica são encontradas às margens da BR-101

Publicado em 05/09/2014 Editoria: Geral sem comentários Comente! Imprimir


Descobertas foram registradas em mapas culturais espalhados pelas margens da BR-101

Descobertas foram registradas em mapas culturais espalhados pelas margens da BR-101

A concessionária Autopista Flumi­nense, responsável pela administração da BR-101 entre Niterói e a divisa com o Espírito Santo, identificou a existência de 15 sítios arqueológicos e 34 áreas de ocupação histórica durante as obras de duplicação da ro­dovia nos municípios de Silva Jardim, Casimiro de Abreu e Rio Bonito.

As descobertas foram registradas em mapas cul­turais. O trabalho é parte do Programa de Educação Patri­monial promovido pela empresa Arteris. O coordenador de Meio Ambiente da conces­sionária, Marcello Guerreiro, disse que o mapa cultural vai além de mostrar o patrimônio material. “Também tivemos o cuidado de registrar e reavi­var o patrimônio imaterial da região. Para isso, desenvolve­mos um processo colabora­tivo, no qual recuperamos a memória das pessoas, com as suas fábulas, contos, mitos e outras representações folcló­ricas”, explica.

Em Casimiro de Abreu, existe o sítio arqueológico Jiló, no qual foram locali­zados vestígios de louças, vasilhames cerâmicos e vi­dros associados ao final do século XIX e início do XX. Peças relacionadas com a ocupação indígena também foram encontradas. Em Rio Bonito, muito próximo à BR- 101, está o sítio arqueológico Kraftig, com artefatos de pe­dra lascada típicos do período pré-colonial.

Um dos destaques do ma­peamento arqueológico rea­lizado pela empresa é o sítio arqueológico Surucucu, em Silva Jardim, no qual foram localizados vestígios de uma fazenda do final do século XIX representativa da cultu­ra cafeeira. No espaço existe um pátio de secagem de café, muro de fundação da sede e aqueduto com tanque. Tam­bém foram encontrados ves­tígios de pedra lascada.

› FONTE: RJ News


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