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4o. Kolirius Internacional de Graffit

Publicado em 27/07/2014 Editoria: Cultura 1 comentário Comente! Imprimir


A diretora geral do colégio, Helena Maria Sousa Barbosa, entende este evento “como uma forma  de promover o diálogo entre diferentes manifestações artísticas

A diretora geral do colégio, Helena Maria Sousa Barbosa, entende este evento “como uma forma de promover o diálogo entre diferentes manifestações artísticas

 DIÁLOGO ENTRE EDUCAÇÃO E ARTE.

Muro do Colégio Estadual Irene Meirelles é painel para graffitis de artistas internacionais.

O KOLIRIUS INTERNACIONAL DE GRAFFITI é um evento que, há quatro anos, é idealizado

pelo artista plástico e professor de arte Marlon Muk. Em sua 4o edição, o evento se consolida

como o maior espaço para difusão dos artistas do graffiti da região. O projeto nesta edição, traz

artistas da Alemanha, Equador, México, Portugal, Austrália e Itália além de artistas dos estados

brasileiros, macaenses e da região dos lagos, reconhecidos e consagrados no cenário nacional. A

ação promove um intercâmbio de arte, linguagens, países e gerações.

Com a Curadoria de Marlon Muk, produção da Juvêncio Produções, Patrocínio da EDF Norte

Fluminense e realização da Prefeitura Municipal de Macaé, o evento se torna essencialmente

macaense, e tem como objetivo resgatar, visibilizar e promover a história da cidade de Macaé, e

difundir o sentimento de pertencimento através da sensibilidade artística.

O espaço escolar como arena de diálogo.

O Colégio Estadual Irene Meirelles, fundado há 62 anos, é parte importante da história de Macaé,

tendo contribuído na formação escolar de muitos macaenses. Entre os artistas locais, Felipe dos

Santos (Talu) ex-aluno do colégio, também participa do evento, demonstrando a importância

da educação na construção dos diferentes saberes dos indivíduos. Para o colégio, participar

deste encontro é uma oportunidade de registrar em seus muros diferentes momentos, lugares e

personagens da história da cidade.

A diretora geral do colégio, Helena Maria Sousa Barbosa, entende este evento “como uma forma

de promover o diálogo entre diferentes manifestações artísticas, reunindo culturas, histórias e

linguagens de um mundo cada vez mais globalizado (como a cidade de Macaé), tendo o espaço

escolar como uma arena de encontro e troca saudável e construtiva de conhecimento, que é o

objetivo maior da educação na construção da cidadania”.

› FONTE: Macaé News (www.macaenews.com.br)


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