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Mais uma plataforma é entregue à Bacia de Campos

Publicado em 10/01/2014 Editoria: Petróleo e Gás sem comentários Comente! Imprimir


Divulgação

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» P-61 chegou no Campo de Papa- Terra no início desta semana
 
A produção de petróleo e gás vai ganhar mais um incentivo. A P-61, que saiu do estaleiro de BrasFels, na baía de Angra dos Reis, onde foi concluída a construção, chegou no início desta semana ao Campo de Papa-Terra, na Bacia de Campos.
 
De acordo com informações técnicas, a capacidade de produção de petróleo da P-61 será de 100 mil barris por dia. Ela ficará ancorada a 1.200 metros de profundidade. A estrutura terá a capacidade para acomodar 60 pessoas. Esta é a primeira plataforma do tipo Tension Leg Wellhead Plataform (TLWP) a ser construída e a operar no Brasil.
 
A P-61 atuará em conjunto com o FPSO (unidade que produz, armazena e transfere petróleo, na sigla em inglês) P-63, que iniciou a produção de petróleo em Papa-Terra no último dia 11 de novembro. Juntas, as unidades têm capacidade para produzir 140 mil barris de petróleo por dia, nos 18 poços aos quais serão interligadas.
 
Durante o trabalho em conjunto, toda a produção da P-61 é transferida para a P-63, que fará o processamento, o armazenamento e o escoamento do petróleo extraído por meio de navio aliviador. A P-63 também é capaz de comprimir 1 milhão de m3/d de gás natural e o gás excedente ao consumo nas plataformas será injetado no reservatório.
 
O campo de Papa-Terra, operado pela Petrobras (62,5%) em parceria com a Chevron (37,5%), está localizado a 110 km da costa brasileira, entre Cabo Frio e Arraial do Cabo, onde a profundidade varia de 400 a 1.400 metros.
 
TLWP
 
O modelo TLWP é parecido com as semissubmersíveis (SS), com a diferença de que usa tendões verticais para a sua ancoragem, ao invés das linhas de ancoragem padrão. Essa tecnologia faz com a que a plataforma tenha uma baixa amplitude de movimentos, permitindo que as árvores de natal (válvulas de controle de poços) sejam secas, instaladas no convés da TLWP, ao invés de no fundo do mar, como ocorre nas SSs e FPSOs. A razão do uso dessa alternativa é permitir maior facilidade de intervenção nos poços por usarem bombeio centrífugo submerso.

› FONTE: Macaé News (www.macaenews.com.br)


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