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Ações de combate à dengue continuam no município de Macaé

Publicado em 20/06/2014 Editoria: Saúde sem comentários Comente! Imprimir


Agentes de endemias do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) já encontraram infestação em 2,3% dos prédios visitados

Agentes de endemias do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) já encontraram infestação em 2,3% dos prédios visitados

Foi feito este mês o ter­ceiro Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa), o mosquito trans­missor da dengue. Os agen­tes de endemias do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) encontraram infestação em 2,3% dos prédios visitados, índice que é considerado de alerta pelo Ministério da Saúde. O resultado per­maneceu dentro da mesma classificação do índice apre­sentado em abril, de 2,1%. A Secretaria de Saúde de Ma­caé lembra que o combate ao mosquito da dengue deve ser contínuo, sem trégua. Nossa cidade não corre o risco de um surto com esse índice, mas é preciso evitar os de­pósitos em que o Aedes ae­gypti põe seus ovos para que a situação se mantenha sob controle.

De acordo com o super­visor geral do CCZ, Flávio Paschoal, uma semana an­tes da pesquisa choveu por vários dias, por isso houve um aumento de 0,2 no índi­ce de junho. Outro fator im­portante é o armazenamen­to de água para consumo humano. Durante o LIRAa foram vistoriados aproxi­madamente 4.200 imóveis, sendo 94 positivos para o Aedes aegypti, na área ur­bana, enquanto na área rural foram visitados 265 imóveis, dos quais quatro foram positivos para o mos­quito. Os imóveis foram dis­tribuídos em 49 localidades nos 44 bairros considerados dentro do perímetro urbano, sendo que em 28 localidades foram encontrados focos do vetor da dengue dentro dos imóveis.

Flávio acrescentou que mesmo neste período em que as temperaturas estão mais amenas, é importante continuar tomando todos os cuidados. “A regra bási­ca para evitar a proliferação do mosquito da dengue é não deixar a água, princi­palmente limpa, parada em qualquer tipo de recipiente. Quando for necessário ar­mazenar, que seja em local protegido com tampa para evitar a postura de ovos e aumento dos mosquitos”, frisou.

O coordenador do CCZ, Ramon Bouças, destaca que mais uma vez o depósito po­sitivo predominante no mu­nicípio foram os recipientes ao nível do solo como cai­xa d’água, tambor e tonel com percentual de 42,6%, seguido dos depósitos mó­veis, vasos e pratinhos para plantas com 32,2%, juntos atingindo 74,8% dos cria­douros positivos. Na área rural, os depósitos predo­minantes foram os reci­pientes de plástico, latas e ferros velhos.

› FONTE: Macaé News (www.macaenews.com.br)


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