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Exposição ‘Ciência Móvel’ atrai mais de 5 mil pessoas no II Encontro da Cidade com a Ciência

Publicado em 23/05/2014 Editoria: Cotidiano sem comentários Comente! Imprimir


Michelle Neto/ RJNEWS

Michelle Neto/ RJNEWS

Nessa quinta (22) e sexta-feira (23), a exposição da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lotou o Ginásio Poliesportivo Benedito Zarour, em Mariléia. Fazendo parte do II Encontro da Cidade com a Ciência, estudantes da rede municipal, estadual e particular, além de idosos e ONGs, puderam participar de experiências científicas, gincanas educativas e assistir a palestras, bem como exibições de vídeos informativos.

Segundo uma das coordenadoras do evento, Vanessa Luznte, a exposição conseguiu atrair mais de 5000 pessoas nos dois dias de evento, e a repercussão foi muito positiva. “Trazer essa exposição itinerante da Fiocruz para cá, foi muito difícil, pois ela circula por todas as cidades do sudeste do país. Com certeza, foi algo muito enriquecedor para o nosso evento, que tem como intenção promover ciência e ampliar o seu contato com as pessoas”.

“Esse encontro serve para transformar a concepção de ciência como uma coisa obscura e distante, que a maioria das pessoas tem, em algo mais próximo. Com essa exposição, mostramos que a ciência está presente nas coisas mais complexas, como também nas mais simples do cotidiano”, explica a secretária de ciência e tecnologia, Eronei Leite, citando as experiências de anatomia, onde as pessoas podem ter mais contato e conhecimento com o corpo-humano, os microscópios, possibilitando a visão da vida celular, e as experiências de geração de eletricidade, que permitem o entendimento de como as forças da natureza e seus elementos, podem ser revertido em benefício da sociedade.

Trabalhando em um stand com jogos sobre animais, a bióloga da Fiocruz, Aniele Genuíno, o projeto ‘Ciência Móvel’ tem como principal intenção levar o conhecimento da ciência em locais menos estruturados, onde o acesso à informação é mais difícil, mas também tem enorme relevância em cidades maiores, como Rio das Ostras, pois incentiva a educação informal, aquela que não é fornecida no ambiente escolar. “Com experiências e atividades mais descontraídas, muita das vezes as crianças e os jovens conseguem absorver as informações de uma forma mais prazerosa. Acredito que esses tipos de evento são muito importantes para a formação do estudante”.

A estudante Fernanda Navarro, de 12 anos, acredita que esse evento é muito importante para consolidar o que foi estudado dentro da sala de aula “Tivemos um contato maior com ciência e pude aprender um pouco mais. Acho que deveríamos ir mais vezes a essas feiras”,acrescenta.

Ainda nessa sexta-feira (23), a partir das 17h, acontecerá na Câmara Municipal, uma mesa de debates, onde será discutida a implantação de um Conselho Municipal de Ciência e Inovação, que vai controlar reforçar e ampliar o incentivo ao desenvolvimento da ciência no município.

 

 

  

› FONTE: Macaé News (www.macaenews.com.br)


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