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Eurico: Dinamite consultou Paulo Reis

Publicado em 16/12/2013 Editoria: Esporte sem comentários Comente! Imprimir


O ex-presidente do Vasco, Eurico Miranda, voltou a atacar o atual mandatário do clube, Roberto Dinamite, por causa da condução do dirigente na polêmica sobre a briga em Joinville e os desdobramentos no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Segundo Eurico, Dinamite e diretoria foram frouxos ao não tirar o time de campo durante a paralisação da partida contra o Atlético-PR. Além disso, o cartola revelou que o presidente consultou o ex-vice jurídico da época de Eurico, Paulo Reis, e não seguiu as orientações.

“Eles foram frouxos e covardes. Não deveriam voltar para a partida. Não era nem para começar. O árbitro não podia nem iniciar sem segurança (polícia). Se o time sai de campo, não tenho a menor dúvida que o Vasco se salvaria. Mas quem estava lá foi covarde e não conhecia o regulamento. Eles ligaram para o Paulo Reis para perguntar o que deveria ser feito. Ele disse: ‘tira o time’. Mas não tiraram. O time ficou e perdeu de cinco”, disse Eurico, presidente do Conselho de Beneméritos do Vasco, no programa “Os Donos da Bola”, da Band Rio, nesta segunda-feira.

O dirigente ainda garantiu: "Se eu fosse o presidente, o Vasco não seria rebaixado nem se o mundo acabasse".
“Esse departamento jurídico do Vasco, contratado, não lembra nada a tradição do clube. Disseram a ele (Dinamite) que se saísse de campo, perderia por WO. O mínimo que poderia acontecer era uma nova partida, no dia seguinte, começando 0 a 0 (o Furacão vencia por 1 a 0 quando o jogo foi paralisado), ou o Atlético-PR perdia os pontos, porque não deu segurança”, declarou.

Eurico ainda criticou a CBF por não se pronunciar a favor do adiamento do jogo após a briga. “A coisa mais séria é que houve uma omissão clara da CBF. Parece-me que, com a conivência da entidade ou omissão, ele (árbitro) foi instruído a continuar a partida”, afirmou.

Na última quinta-feira, o Vasco teve o pedido de impugnação do jogo negado pelo presidente do STJD, Flávio Zveiter. O clube entrou com um pedido de reconsideração. Dependendo da decisão, o caso pode ser levado a julgamento.
Esta não foi a única derrota do Gigante da Colina no tribunal: o clube foi condenado a jogar oito partidas sem mando de campo em 2014, sendo quatro delas de portões fechados.

› FONTE: Macaé News (www.macaenews.com.br)


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