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Seis morrem em guerra de traficantes rivais e em confronto com a PM

Publicado em 20/03/2020 Editoria: Polícia sem comentários Comente! Imprimir


Seis suspeitos morreram, entre a noite de quarta e a manhã desta quinta-feira, durante uma guerra de traficantes rivais, seguida de confronto com PMs em Macaé, no Norte Fluminense. Os confrontos aconteceram na comunidade das Malvinas e começaram por

Seis suspeitos morreram, entre a noite de quarta e a manhã desta quinta-feira, durante uma guerra de traficantes rivais, seguida de confronto com PMs em Macaé, no Norte Fluminense. Os confrontos aconteceram na comunidade das Malvinas e começaram por

Seis suspeitos morreram, entre a noite de quarta e a manhã desta quinta-feira, durante uma guerra de traficantes rivais, seguida de confronto com PMs em Macaé, no Norte Fluminense. Os confrontos aconteceram na comunidade das Malvinas e começaram por volta da 19h. Os disparos entre os traficantes foram intensos e duraram por cerca de quatro horas.

De acordo com testemunhas, o tiroteio começou envolvendo traficantes da facção Terceiro Comando Puro (TCP) que estavam invadindo a área ocupada pelos rivais da Amigo dos Amigos (ADA) na comunidade. Eles disputam o domínio do tráfico de drogas na região.

Segundo a Polícia Militar, agentes do 32º BPM (Macaé) foram acionados e ao chegarem na comunidade, pela manhã encontraram dois suspeitos já mortos. Os outros quatro morreram momento depois ao atacarem os agentes. Eles chegaram a ser socorridos no Hospital Público de Macaé (HPM), mas não resistiram aos ferimentos.

Durante a ação, os PMs fizeram buscas na comunidade e encontraram um vasto material do tráfico local; são eles:

. 3 fuzis (um Colt calibre 762, com numeração raspada e um carregador; um Colt Sporter 556 com um carregador; e um Colt M4 Carabine 556 também com um carregador
. 1 pistola Ruger SR40 calibre .40 com numeração raspada e um carregador
. 2 granadas
. 200 munições calibre 762
. 1 Radiotransmissor
Todo o material foi levado à 123ª DP (Macaé), onde o caso foi registrado.

› FONTE: O Dia


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