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Novas vagas para tratamento de transtornos do impulso

Publicado em 27/02/2020 Editoria: Saúde sem comentários Comente! Imprimir


Carnaval é o feriado dos excessos e, no Brasil há uma velha máxima de que o ano só começa depois do Carnaval. Mas Saúde Mental não tira férias e o autocuidado é importante em todas as épocas do ano. Para reforçar a importância disso e auxiliar quem deseja recalcular a rota da vida, o Setor de Dependências Químicas e Comportamentais da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro anuncia a abertura de novas vagas para tratamento ambulatorial de Álcool e outras Drogas, Tabaco, Jogo Patológico, Compras Compulsivas e Amor Patológico.

Iniciado em 1996 pela psiquiatra Analice Gigliotti e a psicóloga Elizabeth Carneiro, o setor integra o Serviço de Psiquiatria Prof. Dr. Jorge Alberto Costa e Silva. Nele foi implantado de forma pioneira e inovadora no Brasil o Programa de Tratamento do Tabagismo que posteriormente expandiu-se de forma crescente e ininterrupta para outros transtornos do impulso e compulsões. Sua história apresenta muitos casos exitosos de recuperação e é um referencial brasileiro do tratamento de dependências químicas e não-químicas.

A iniciativa é executada sem receber nenhum repasse dos governos municipal, estadual e federal ou de planos de saúde. Os atendimentos são realizados às quartas-feiras por profissionais voluntários, sem fins lucrativos, e uma ajuda de custo para a manutenção é solicitada. No entanto, não é uma condicionante e todos os casos passam por uma triagem antes do encaminhamento. O agendamento de consultas de triagem pode ser feito pelos telefones (21) 2533-0188 / 2522-3203, de segunda a sexta a partir das 14h.

Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro
Rua Santa Luzia, 206 - Centro
Setor de Dependências Químicas e Comportamentais - Tratamentos ambulatoriais para Álcool e outras Drogas, Tabaco, Jogo Patológico, Compras Compulsivas, Amor Patológico, Grupos Familiares.
Todos os profissionais são especialistas em Dependência Química Coordenadora: Maria Auxiliadora Soares

› FONTE: Ascom


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