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Ministério da Saúde monitora caso suspeito de coronavírus e Brasil passa a 'perigo iminente'

Publicado em 28/01/2020 Editoria: Saúde sem comentários Comente! Imprimir


O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira que investiga um caso suspeito de coronavírus em uma paciente em Minas Gerais. Com a mudança, o país passou do estágio de alerta para o estágio de "perigo iminente", conforme protocolo da Organização Mundial de Saúde (OMS). Se o caso se confirmar, o Brasil passa ao estágio de emergência em Saúde Pública.

A paciente é uma estudante de 22 anos que passou por Wuhan, na China, foco da epidemia. Ela chegou ao Brasil no dia 24 de janeiro. O diagnóstico deve ser confirmado até sexta-feira. A estudante tem quadro estável de saúde.

O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, informou que com a mudança de estágio, a pasta prioriza a Vigilância, monitorando os casos suspeitos vindos da China, e não apenas os da província de Wuhan, como estava sendo feito, e adotou o uso de máscara e demais cuidados no manejo com os pacientes.

O ministro Mandetta acrescentou que é possível que, com a mudança de estágio, o número de casos suspeitos aumente, já que a abrangência do monitoramento aumentou de Wuhan para toda a China e de eventuais países que venham a apresentar transmissão sustentada do vírus.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que conversou com o presidente da República nesta manhã, que orientou transparência na divulgação dos casos e do trabalho de vigilância, além de preparo do Sistema de Saúde para controlar o vírus.

O estágio de perigo iminente, explicou Mandetta, se configura pela existência de um vírus novo, com transmissão sustentada em outro país, em que as pessoas de movimentam em quantidade grande, com o perigo de que o vírus possa circular em território nacional. "Nós precisamos estar atentos", completou o ministro.
Perguntado sobre os riscos com o Turismo do Carnaval, o ministro tranquilizou a população. "A maior parte dos turistas que vem ao Brasil durante o Carnaval não são da Ásia. De qualquer maneira, todos os portos e aeroportos estão preparados e farão a ações de vigilância", disse.

› FONTE: O Dia


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