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Documentário celebra Dia do Poeta no Solar com homenagem a Drummond

Publicado em 31/10/2019 Editoria: Cultura sem comentários Comente! Imprimir


A projeção será no Solar dos Mellos, às 18h, onde acontece na sequência, às 20h, o Sarau Poetas de Toda Cidade

A projeção será no Solar dos Mellos, às 18h, onde acontece na sequência, às 20h, o Sarau Poetas de Toda Cidade

Em homenagem ao aniversário de Carlos Drummond de Andrade, a Lei 13.131 promulgada em 2015, tornou o dia 31 de outubro o Dia Nacional da Poesia. Pensando nisso, o PlusPoesia deixou a celebração maior para esta quinta-feira (31) com a exibição de O último poema, um documentário de Mirela Kruel, que fala da amizade correspondida por cartas, entre uma professora do interior do Rio Grande do Sul e este que é o maior poeta modernista brasileiro. A projeção será no Solar dos Mellos, às 18h, onde acontece na sequência, às 20h, o Sarau Poetas de Toda Cidade.

Na manhã desta quinta-feira, o PlusPoesia fez a visita guiada pela adVERsa - Mostra de Poesia Visual Brasileira, com alunos da Escola Alfa. Instalada na Galeria Hindenburgo Olive, a mostra fica aberta até as 18h. A tarde foi reservada à Oficina Drummond, no CIEP Maringá, dedicada aos alunos do segundo ciclo, orientados pelo produtor do evento, Gerson Dudus, representando a Secretaria Municipal de Cultura.

O último poema - Helena Maria Balbinot, professora do interior do Rio Grande do Sul, se correspondeu durante 24 anos com Carlos Drummond de Andrade, poeta modernista brasileiro. O filme revela parte desta rica correspondência. Em cenas poéticas e de extrema beleza, essa amizade é reinventada, ressignificada, tecendo no imaginário do espectador o encontro entre o universo particular de Helena Maria e a poesia de Drummond, ambos interpretados por atores.

Helena menina/mulher (Janaina Kremer/Ana Júlia Chiodi Alberti) e Carlos Drummond (Rodrigo Fiatt) conversam como se estivessem próximos e convivessem, num universo onírico mobilizado pelas palavras e afetos que saem das cartas. Poemas interpretados em descampados, chão forrado de palavras, dezenas de cartas voando, o escuro das bibliotecas, tudo se oferece como ambiência para contar essa história de amizade a distância, de uma moça professora do interior do Rio Grande do Sul e o poeta maior mineiro e circunspecto vivendo no Rio de Janeiro.

› FONTE: Secom Macaé


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