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Primeiro dia da Rodada de Negócios, promovida pela Firjan ONIP e SEBRAE na Brasil Offshore, supera expectativas.

Publicado em 28/06/2019 Editoria: Economia sem comentários Comente! Imprimir


Trezentas empresas fornecedoras e 22 âncoras participam da Rodada de Negócios, realizada pela Firjan ONIP e SEBRAE, dentro da programação da Brasil Offshore. O número é 30% maior que o da última edição do evento, que aconteceu em 2017. Só no primeiro dia, foram gerados R$130 milhões de reais em negócios. Em 2017, nos dois dias de Rodada, foram 142 milhões.

“Isso demonstra o reaquecimento do mercado de óleo e gás no Brasil e em Macaé”, diz Karine Fragoso, a gerente de Petróleo, Gás e Naval da Firjan e Diretora Geral da ONIP. Segundo ela, a expectativa é superar os números do ano passado até o fim da feira.

A Rodada de Negócios faz parte da programação da 10 edição da Brasil Offshore, o encontro da indústria de petróleo e gás brasileira acontece, que em um dos principais polos de exploração e produção do Brasil: Macaé, base para operação da Bacia de Campos.

Ao todo foram realizadas, no primeiro dia, 260 reuniões entre as empresas âncora e os possíveis fornecedores, que, além do RJ, também vieram de outros estados com o Espírito Santo e Sergipe.

O objetivo da Rodada é colocar, frente a frente, fornecedores e os principais players do mercado de petróleo e gás. A proposta é fomentar negócios e oferecer às empresas a possibilidade de identificar alternativas de fornecimento de bens e serviços no mercado local. Na última edição, em 2017, esses encontros geraram um volume de mais de R$ 142 milhões em negócios. A Firjan SENAI SESI também esteve presente na Rodada como empresa âncora, buscando novos fornecedores na região.

“Achei a experiência muito proveitosa, pois nem sempre conseguimos ter este contato pessoal com as grandes empresas.  Pude apresentar meu portfólio e deixei negócios bem encaminhados”, revelou Emanuelle Andrade, representante de uma empresa de gestão de resíduos, que participou pela primeira vez da rodada.

Para Maurício Gomes, representante da Subsea7, uma das empresas âncoras, essa é uma ótima chance de conhecer o mercado local e fazer bons negócios. “ É a segunda vez que participamos e da última vez, cerca de 30% das empresas com as quais conversamos na Rodada acabaram sendo contratadas”, relatou ele.

Para o coordenador da Comissão Municipal da Firjan em Macaé, Evandro Cunha, a Rodada de Negócios é essencial para o cenário da região. “A empresa âncora precisa dessa cadeia de fornecimento e nossa região tem muitas empresas habilitadas para atender demandas nesse novo momento da indústria de petróleo e gás”, afirmou ele.

› FONTE: Ascom FIRJAN


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