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Vasco perde a segunda no Brasileiro: 2 a 1 para o Galo

Publicado em 02/05/2019 Editoria: Esporte sem comentários Comente! Imprimir


 Depois de ser goleado pelo Athletico-PR (4 a 1, na Arena da Baixada), o Vasco voltou a perder no Campeonato Brasileiro. Na noite desta quinta-feira, em São Januário, o time não resistiu ao Atlético-MG, que venceu por 2 a 1. Elias e Chará, esse praticamente nos acréscimos do segundo tempo, marcaram para o Galo. Maxi López descontou, também na etapa complementar. No próximo sábado, às 19h, na Arena da Amazônia, o Vasco tentará seus primeiros pontos diante do Corinthians.

Cheios de disposição, os dois times começaram pisando forte no acelerador. O resultado disso foi uma partida muito ruim tecnicamente, uma vez que os passes errados foram constantes e as ligações diretas se tornaram a única alternativa ofensiva.

O Galo, com um time mais leve e habilidoso, até teve ficou com a bola, mas sem aproveitar as raras oportunidades lá na frente. Perdido, o Vasco foi pobre na criação e ainda teve enorme dificuldade para segurar o &39;liso&39; atacante Geuvânio, ex-Flamengo.

Na etapa complementar, a torcida do Vasco tentou empurrar o time aumentando o som na arquibancada. Deu certo por pouco tempo. Aos 13 minutos, depois de uma saída atabalhoada do goleiro Alexander, o volante Elias pegou sobra de fora da área e acertou um chutaço de rara felicidade: 1 a 0.

O gol murchou a galera. Nervoso, o time da Colina pelo menos aumentou a pressão em busca do empate, que veio na disposição. Aos 20, Maxi López, em posição legal, pegou sobra de uma bola que explodiu na zaga adversária e deixou tudo igual. No lance seguinte, Igor Rabello, ex-Botafogo, evitou a virada de novo com Maxi.

Com o estreante Valdívia em campo na vaga de Marrony, o Vasco criou dificuldades para os mineiros, principalmente pelo lado direito com Pikachu, que depois saiu cansado e deu lugar a Rossi. E, quando o empate parecia que iria persistir, o colombiano Chará, aos 44, marcou um gol de placa, aumentando a crise em São Januário.

› FONTE: O Dia


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