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Governador do Rio quer derrubar candidatura de Paes via Bretas

Publicado em 22/04/2019 Editoria: Geral sem comentários Comente! Imprimir


Wilson Witzel (PSC) tem feito de tudo para que Eduardo Paes (DEM) não concorra à Prefeitura do Rio no ano que vem. E há um personagem central na missão: o juiz federal Marcelo Bretas, que mandou para a cadeia os principais aliados de Paes. Há expectativa sobre os próximos passos da Lava Jato, operação contra a corrupção capitaneada por Bretas, amigo do governador. No Judiciário, o temor é o possível uso político da relação porque a imagem do magistrado, que é boa até o momento, poderia sair arranhada. Além da mágoa da eleição passada com Paes, Witzel quer eleger um prefeito aliado.

IRMÃ DE JUIZ DA LAVA JATO GANHA CARGO

A irmã do juiz Marcelo Bretas, Marcilene Cristina Bretas Santana, aliás, acabou de ser nomeada no governo Witzel. A informação foi publicada no blog do jornalista Ruben Berta e confirmada pela Coluna. O cargo ocupado por ela é o de assessora da Controladoria Geral do Estado. A contratação ocorreu na última quinta-feira por meio de José Luís Zamith, secretário da Casa Civil e de Governança. No caminho de Paes, além de Witzel, há ainda a própria esposa Cristina Paes, que não quer ver o marido em campanha.

APOIO DE GOVERNADOR ESTÁ EM ABERTO

Wilson Witzel já indicou publicamente que o deputado estadual Rodrigo Amorim (PSL) seria o seu candidato a prefeito do Rio. No entanto, gente bem próxima ao governador do Rio afirma que o apoio ainda está em aberto. Ou seja: Amorim não é pule de dez e nem uma unanimidade. Pelo contrário. A turma do Palácio Guanabara não descarta a possibilidade de o PSC, comandado por Pastor Everaldo, e o PSL, feudo da família Bolsonaro, se enfrentarem na eleição municipal da capital.

CABRAL, PICCIANI E A &39;BANDA PODRE&39;

O grupo de Witzel acha que o caminho correto seria levar o MDB institucionalmente para o governo, oferecendo uma secretaria, de forma transparente, com discurso de deixar de fora a "banda podre" da legenda e engrossando a aliança para 2020. Ao dar o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) na surdina à sigla de Cabral e Picciani em troca de apoio na Alerj, aliados veem como o tradicional toma lá, dá cá.

› FONTE: O Dia


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