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Guarda e PM reforçam segurança nas escolas municipais

Publicado em 03/04/2019 Editoria: Segurança sem comentários Comente! Imprimir


O Grupo de Apoio Operacional (GAOP), da Secretaria de Ordem Púbica da Prefeitura de Macaé, e a Polícia Militar intensificaram a segurança

O Grupo de Apoio Operacional (GAOP), da Secretaria de Ordem Púbica da Prefeitura de Macaé, e a Polícia Militar intensificaram a segurança

O Grupo de Apoio Operacional (GAOP), da Secretaria de Ordem Púbica da Prefeitura de Macaé, e a Polícia Militar intensificaram a segurança nas imediações das escolas da rede pública municipal de ensino por conta da onda de mensagens anônimas que circulam nas redes sociais com ameaças de uma série de ataques a unidades do município e também do estado. A Secretaria Municipal de Educação solicitou apoio às polícias e demais autoridades competentes para apurar quem está por trás das mensagens criminosas e tranquilizar a população. As escolas municipais que tiveram o nome citado estão funcionando normalmente nesta quarta-feira (3): Maria Isabel Damasceno Simão, no Centro; Claudio Moacyr de Azevedo, na Barra; e Ciep 058 Oscar Cordeiro, no Parque Aeroporto.

Assim que tomaram conhecimento, na terça (2), do teor das mensagens criminosas nas redes, o prefeito Dr. Aluízio e o secretário de Educação, Guto Garcia, foram ao Colégio Estadual Irene Meirelles, no bairro Imbetiba – o primeiro a ter o nome citado nos possíveis ataques – e, em seguida, o secretário esteve na 123ª Delegacia de Polícia Civil solicitando a investigação.

“Estamos aqui, junto com a direção do Irene Meirelles, para dar todo tipo de apoio e informação para a Polícia Civil poder apurar as informações que circulam nas redes sociais. Toda a parte de Inteligência da Polícia Civil foi acionada para que possa descobrir as pessoas que estão por trás dessas mensagens na rede”, disse Guto Garcia em vídeo que gravou e divulgou. O objetivo é que a população saiba que as providências foram tomadas imediatamente, após terem conhecimento das primeiras mensagens criminosas citando o nome do colégio estadual.

As mensagens de ataques estão sendo espalhadas por bandido ou bandidos, com o codinome de “Anônimo”. A polícia está investigando a procedência desde esta terça-feira (2), quando houve mensagem direcionada ao Irene Meirelles, e o criminoso que espalha as mensagens pode ser identificado e preso a qualquer momento.

Além das polícias Civil e Militar, foram acionados o Ministério Público, a Defensoria Pública, os Conselhos Tutelares e demais órgãos. A orientação das autoridades é que as pessoas não compartilhem as ameaças, os prints (capturas de tela), áudios, vídeos ou fotos que promovam o crime, e devem denunciar enviando as provas imediatamente às autoridades competentes: direção das escolas mencionadas, Guarda Municipal, Polícia Militar e Polícia Civil. A polícia reforça que denunciar é fundamental para combater os crimes virtuais, cybercrimes ou crimes eletrônicos, ou seja, os crimes da Internet.

Os resultados das análises das mensagens que estão sendo investigadas pela polícia poderão identificar, também, quem conversa com esse “Anônimo” que pode responder por fato análogo ao crime. Por isto, a orientação das autoridades é para ninguém compartilhar as mensagens criminosas.

O ataque em Suzano/SP também foi planejado e divulgado pelas redes sociais, daí a importância de reforçar a segurança antes que aconteça em Macaé.

A mensagem que está sendo divulgada nas redes sociais diz o seguinte: “Macaé vai ficar famosa pelo que vai acontecer, cada dia mais pessoas estão se juntando a nós, vai ser o maior massacre já feito em uma escola em todo o planeta”. Isto foi na terça, em referência ao Irene Meirelles. Mais tarde, apareceu o nome de outras escolas como a também estadual Luiz Reid e as municipais Oscar Cordeiro; Claudio Moacyr; e Maria Isabel.

Crimes virtuais como este são de responsabilidade da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), no Rio de Janeiro. Os telefones para contato são: (21) 2332.8192, 2332.8188 e 2332.8191 ou pelo e-mail drci@pcivil.rj.gov.br.

Escolas funcionando normalmente

As escolas que tiveram os nomes citados nas mensagens criminosas estão funcionando normalmente, com o reforço da segurança. Os diretores disseram que as aulas acontecem nos turnos regulares, com presença dos alunos e houve reunião com os pais para tranquilizá-los e informar sobre as ações tomadas, pela prefeitura, para garantir a tranquilidade nas escolas e no entorno.

“A escola tem o livro de registro de entrada e saída. Fizemos reunião com os pais e os alunos compareceram para estudar hoje (quarta) normalmente”, disse a diretora adjunta do Claudio Moacyr, Carla Regina Giarola Paim. O colégio tem 1.268 alunos do Ensino Fundamental II e funciona nos três turnos.

O diretor do Maria Isabel também passou tranquilidade. “Não tivemos ameaça direta à escola. Somente o nome foi citado, dentre outras escolas, nas redes sociais. O GAOP está dando todo o suporte necessário”, informou. O Maria Isabel tem 819 alunos, funciona em dois turnos (manhã e tarde) com Fundamental II. Também está normal o funcionamento no Oscar Cordeiro.

› FONTE: Secom Macaé


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