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Bangu vira nos acréscimos e complica vida do Vasco na Taça Rio

Publicado em 24/03/2019 Editoria: Esporte sem comentários Comente! Imprimir


De virada, o Bangu voltou a mostrar força em São Januário ao confirmar a vitória de 2 a 1 sobre o Vasco, neste sábado. Com o resultado, a equipe garantiu a classificação para a semifinal da Taça Rio e deixou os donos da casa em situação delicada. para avançar, o Cruzmaltino, com oito, terá que torcer pela derrota do Volta Redonda contra o Boavista, neste domingo, no Raulino.

Com Maxi López no banco de reservas, o atacante, de 19 anos, não fugiu da responsabilidade. Dessa vez foi ele quem causou tremores em São Januário ao mostrar muito oportunismo para abrir o placar, aos 42 do primeiro tempo, no rebote do chute de Rossi.

Morador do alojamento localizado abaixo da arquibancada, o jovem, de 19 anos, sentiu o quarto trepidar nos últimos sete meses em dias de jogo na Colina. Depois de marcar na vitória de 2 a 0 sobre o Resende, na quarta-feira, ele foi mantido entre os titulares. No entanto, não teve vida fácil.

O Bangu mostrou o motivo de liderar o Grupo B. Com boa movimentação e organização, a equipe dirigida pelo técnico Ado Souza não se intimidou e levou perigo na bola parada e nas jogadas em velocidade.

Ao Vasco restou ser paciente para trabalhar a bola e furar a consistente marcação. Aos poucos, as oportunidades surgiram com Tiago Reis, Rossi e Danilo Barcelos. O gol, porém, só saiu no fim do primeiro tempo.

Na volta do intervalo, o Bangu, com a vaga ameaçada, voltou ainda mais destemido. Maxi López no lugar de Tiago Reis, o Vasco sentiu a queda de rendimento de Bruno César e se viu mais exposto após a entarda de Thiago Galhardo no lugar de Bruno Silva.

De pênalti, Anderson Lessa, aos nove minutos, devolveu a esperança para o torcedor do Bangu. Aberto, o jogo foi lá e cá. O clima de tensão, pelo menos para um lado, com o gol de Marcos Júnior, aos 47 minutos, no mortal contra-ataque que coroa o ótimo trabalho do técnico Ado Souza. Para Alberto Valentim sobraram as vaias e xingamentos.

› FONTE: O Dia


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