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Projeto da Fiocruz permite contato interativo com a ciência

Publicado em 28/11/2018 Editoria: Cultura sem comentários Comente! Imprimir


Os visitantes podem subir na tartaruga e tirar fotos, é assim que começa a viagem à exposição itinerante

Os visitantes podem subir na tartaruga e tirar fotos, é assim que começa a viagem à exposição itinerante

Já pensou encontrar no meio do caminho uma tartaruga gigante? Sim, isto é possível ao visitar o projeto Ciência Móvel – Vida e Saúde para Todos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que fica até sábado (1º de dezembro), na Cidade Universitária de Macaé. Ela é de material resistente, simbolizando a maior espécie de tartaruga terrestre existente e o 10º réptil mais pesado do mundo, cuja diversidade morfológica foi reconhecida por Charles Darwin, em 1835, durante visita ao arquipélago de Galápagos, e um dos argumentos para a sua teoria da evolução das espécies. Os visitantes podem subir na tartaruga e tirar fotos, é assim que começa a viagem à exposição itinerante.

Três escolas foram as primeiras a chegar na abertura do projeto nesta quarta-feira (28), às 8h. Amil Tanos, Maria Isabel Damasceno e Ancyra Gonçalves Pimentel. A entrada é gratuita e não precisa fazer inscrição. Os diretores de escolas podem levar seus alunos e a comunidade pode participar. Nesta quarta (28) e na quinta (29), o horário de visitação é das 8h30 às 11h30 e de 13h30 às 16h30; na sexta (30), nesses mesmos horários, e também à noite, das 18h às 20h30; e, no sábado, de 8h ao meio-dia.

É uma oportunidade para o público que tem interesse pela vida e a sua diversidade, a promoção da saúde e a intervenção do homem sobre o ser vivo e o ambiente. O Ciência Móvel existe para mostrar como funciona o olho humano por dentro, como é a anatomia do corpo, como os pesquisadores chegaram a tantos experimentos da física, química e biologia. O projeto oferece ainda oficinas e jogos educativos no caminhão da ciência, uma carreta de 13,5 metros de comprimento, estacionada no pátio do polo. Todas as mostras são guiadas por monitores, profissionais capacitados para receber o público e tirar as dúvidas sobre o que encontram.

A pequena Samanta Ribeiro Dias, 6 anos, do Amil Tanus, ficou encantada com os insetos e não saía de frente da mostra, sempre com uma lupa na mão para ver os mínimos detalhes. "Estou gostando de ver essa aranha grandona", disse ela completando : “Ainda não estou no primeiro ano. Vou ano que vem. E gosto de animais”. Maicon David Santos, 7 anos, ficou impressionado vendo pelo microscópio os ovinhos da fêmea do Aedes aegypti. Valéria Alves Peçanha, 14 anos, do Maria Isabel, não queria sair do planetário, instalado no hall e uma das atrações que mais têm chamado a atenção dos visitantes que formam filas para ver o funcionamento das estrelas e planetas.

Rodrigo Lelis Medeiros, 7 anos, disse que gostou mais de usar os óculos 3D por onde via jacarés e cobras na tela de um computador. “É muito legal. Quero voltar aqui”, disse.

Conheça o projeto

O Ciência Móvel é implementado pelo Museu da Vida (Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz) e veio a Macaé fruto de parceria com o Programa Inovareaprender, da Secretaria Municipal de Educação, e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Inovareaprender – O programa Inovareaprender contribui com o ensino-aprendizagem dos alunos da rede, universitários e pessoas da comunidade a partir de sete anos com atividades no laboratório público de robótica que funciona na Cidade Universitária. Para mais informações, os interessados podem procurar o Labinovar, de segunda a sexta-feira, em dias úteis, das 8h às 17h.

› FONTE: Secom Macaé


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