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Proeis: Câmara convida 32º BPM para discutir viabilidade do programa

Publicado em 28/11/2017 Editoria: Segurança sem comentários Comente! Imprimir


A iniciativa do convite partiu de Maxwell Vaz

A iniciativa do convite partiu de Maxwell Vaz

Na sessão da Câmara Municipal de Macaé desta terça-feira (28), a segurança pública voltou a ser tema de discussão. Os vereadores aprovaram um convite para que o comandante do 32º Batalhão da Polícia Militar (BPM), o tenente-coronel Marco Aurélio Guarabyra Ciarlini Vollmer, utilize o Grande Expediente com o objetivo de dar esclarecimentos sobre o Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis). Caso seja aceito, o Grande Expediente da próxima quarta-feira (6) será cedido para a participação da autoridade.

O Proeis, suspenso em Macaé, permite que os policiais militares possam trabalhar voluntariamente em seu horário de folga e, em contrapartida, os municípios arcam com o pagamento das horas extras. Assim, aumenta-se o número de efetivo nas ruas.

A iniciativa do convite partiu de Maxwell Vaz (SD) e teve apoio unânime. Para o parlamentar, o Executivo não faz política de segurança pública com regularidade. “O que temos é uma cortina de fumaça para enganar a população e até o próprio policial. É preciso tratar esta questão de maneira séria e com regularidade. A presença do coronel Vollmer será muito importante para entendermos como o Proeis pode contribuir para o combate da criminalidade“, defendeu.

De acordo com Marcel Silvano (PT), o programa não é o melhor caminho para que os índices de criminalidade sejam reduzidos. “Mas não podemos deixar de reconhecer que é um avanço. Acontece que o prefeito não encara a violência de forma séria. Para efeito de comparação, o valor que a prefeitura pagou de décimo terceiro para os policiais do 32º BPM, uma obrigação que é do governador, daria para manter o Proeis por três anos”, acrescentou.

Parceria com o Incra

Na mesma sessão, Maxwell ainda apresentou um requerimento dando sequência aos problemas levantados na audiência pública que discutiu a reforma agrária de Macaé e região. O vereador pede que a prefeitura apresente uma justificativa para a não realização de convênio com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O fato foi divulgado pelas autoridades presentes e, de acordo com elas, inviabilizam ações do Governo Federal, bem como a liberação de verbas para incentivo da agricultura familiar. O pedido também foi aprovado por unanimidade.

› FONTE: Ascom CMM


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