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Dia de Campo: Macaé é o maior produtor de feijão preto do Estado

Publicado em 19/08/2017 Editoria: Economia sem comentários Comente! Imprimir


Com 800 ha de área plantada com feijão preto, as fazendas BJ Agropecuária (Antiga IIha da Saudade) e Primos Ipanema Agropecuária geram, juntas, cerca de 450 toneladas das variedade

Com 800 ha de área plantada com feijão preto, as fazendas BJ Agropecuária (Antiga IIha da Saudade) e Primos Ipanema Agropecuária geram, juntas, cerca de 450 toneladas das variedade

Com 800 ha de área plantada com feijão preto, as fazendas BJ Agropecuária (Antiga IIha da Saudade) e Primos Ipanema Agropecuária geram, juntas, cerca de 450 toneladas das variedades BR1-Xodó e BRS-Esplendor, o que torna Macaé o maior produtor de feijão preto do Estado do Rio de Janeiro.  Diante deste cenário, a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento e a Empresa de Pesquisa Agropecuária (Pesagro-Rio) promoveram, nesta sexta-feira (18), o "Dia de Campo - Cultivo Empresarial de Feijão". O encontro aconteceu nas duas fazendas, localizadas na BR-101, no km 161,  e teve como objetivo mostrar a importância decisiva do agronegócio na qualidade de vida do estado e na geração de emprego. 

- Não devemos pensar em produtores isolados e nem em pesquisas não aplicadas. A união desses dois produtores, Antonio Carlos Mezavilla e Gonçalo Meireles Dias, é um exemplo de sucesso e faz com que Macaé seja o maior produtor de feijão do estado, - destacou o secretário Estadual de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, Jair Bittencourt.

Para o presidente da Pesagro-Rio, Rafael Miranda, Macaé é o único local do Rio de Janeiro que utiliza a colheita mecanizada. Segundo ele, com esse método, a palha que fica no solo gera macro e micro nutrientes, o que faz com que o uso de adubos minerais sejam reduzidos. "Além desse tipo de colheita, que faz com que o município se destaque no setor, o produtor também precisa de pesquisas aplicadas. É essa nossa maior proposta. Pesquisar, aplicar e fazer com o setor cresça cada vez mais.", disse.

De acordo com o secretário de Agroeconomia de Macaé, Alcemir Maia Costa, a ideia da Pesagro-Rio e da Secretaria de Estado foi divulgar, por meio das palestras realizadas durante o evento, e demonstrar novas tecnologias, além de formas para aproveitamento de plantio, fixação biológica de nitrogênio e plantio direto.

Para falar sobre a experimentação com feijão e plantio direto, que é a forma de manejo de água e solo mais recomendada por proporcionar satisfatória economia e melhorias sociais e ambientais, os cerca de 100 participantes presentes no evento contaram com a palestra do engenheiro agrônomo e pesquisador da Pesagro-Rio, Benedito Fernandes. Em seguida, Luis Carlos Hernani, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) abordou o manejo do solo e a agricultura conservacionista.  Para encerrar, a também pesquisadora do Embrapa, Rosângela Straliotto, destacou os benefícios da fixação biológica de nitrogênio na cultura do feijão.

Além de técnicos e do secretário de Agroeconomia de Macaé, o Dia de Campo também contou com a presença de representantes da Empresa de Assistência Técnica Extensão Rural Emater-Rio; do deputado estadual, Chico Machado; vereador de Macaé, José Prestes; produtores rurais e representantes de diversos municípios vizinhos, como Casimiro de Breu e Cabo Frio. 

› FONTE: SECOM


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