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Oficinas mecânicas obstruem calçadas para realizar serviços

Publicado em 21/03/2014 Editoria: Geral sem comentários Comente! Imprimir


Prazo para adequação destes estabelecimentos venceu no último dia cinco de março
 
O prazo estabelecido pela Coordenadoria Municipal de Fiscalização (Comfins) para que as oficinas se adequassem e não utilizassem a calçada para a realização de consertos, finalizou no último dia cinco de março. O problema já havia sido tratado durante uma reunião junto ao poder público com os donos desses estabelecimentos há mais de um mês. Entretanto, bastou a reportagem do RJNEWS fazer uma ronda na última semana para encontrar inúmeras irregularidades.
 
No bairro Jardim Campomar, um carro estava sendo avaliado em cima da calçada, próximo ao posto do Trevo. Na abordagem, o proprietário Edmar Areal, informou que o cliente parou apenas para tirar uma dúvida sobre a parte elétrica, serviço este que não é prestado no local. Ele disse ainda que aprova a medida solicitada pela Comfins. “Eles partem do pressuposto da educação, que não querem multar e isso é positivo. Já estou me adequando e inclusive vou refazer a calçada. Esse problema não acontecerá mais aqui”.
 
Um pouco mais à frente o flagrante aconteceu em Cidade Praiana. Nesta oficina um carro estava parado sobre a calçada. A porta do lado direito havia recebido a aplicação de massa. Neste estabelecimento, o proprietário não se encontrava e os funcionários informaram que não conheciam a determinação da Comfins.
 
O pior caso foi encontrado no mesmo bairro. Uma oficina colocou carros em via pública e também sobre a calçada, bloqueando todo o passeio. Neste caso, o dono do estabelecimento, Gilber Vieira, disse que desconhecia a medida da Comfins e que não foi convidado para a reunião que aconteceu junto ao poder público, pois, estava fora do município. Entretanto, ele vai construir uma estufa onde ficarão os carros a serem consertados. “Assim não teremos mais que trabalhar dessa forma. Eles estão aqui fora somente para que possamos limpar o interior do estabelecimento”.
 
De acordo com chefe geral da Fiscalização de Rio das Ostras, José Jorge Carvalho, conhecido como Carvalinho, quando ele passa pela rua já nota uma diferença, onde antes era estacionamento de carros quebrados, agora virou passeio público. Mas, informou que nos casos de quem for pego infringindo a determinação a multa pode chegar a 300 Ufirs, que equivale a aproximadamente R$ 600. Na segunda vez que for pego o valor dobra e, na terceira vez, acontecerá a suspensão do serviço. “Não estamos aqui para atrapalhar ninguém. Precisamos destes empresários, mas queremos que o crescimento aconteça com ordem e com respeito ao código de postura”, completa. 
 
O que pode ser fiscalizado
 
 Além de obedecer ao limite das lojas para realizar os consertos, a reunião no final de janeiro tentou conscientizar os proprietários sobre a importância de regularizar a situação dos seus estabelecimentos e de cumprir as exigências ambientais. Ou seja, é necessário colocar a documentação em dia.

› FONTE: Macaé News (www.macaenews.com.br)


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