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Trump defende o nacionalismo e diz que "representa os EUA, não o mundo"

Publicado em 25/02/2017 Editoria: Mundo sem comentários Comente! Imprimir


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotou a primeira medida contrária aos direitos da comunidade LGBT na noite desta quarta-feira (22). Isso porque o republicano revogou a norma aprovada pelo governo anterior, de Barack Obama, que permitia que os estudantes transgêneros pudessem usar banheiros nas escolas com base na sua identidade de gênero, e não no sexo de nascimento.

Assim que a medida foi revogada, houve um protesto em frente à Casa Branca. Cerca de 200 americanos se reuniram em frente à sede do governo Trump , em Washington, para manifestar sua insatisfação com cartazes que pediam a volta da norma.

A Apple foi uma das primeiras companhias a criticar publicamente a decisão do republicano. Em um comunicado oficial, a gigante de tecnologia disse que, apesar da mudança, continua mantendo os esforços em direção a uma "maior aceitação" social. "A Apple continua acreditando que todos merecem a possibilidade de crescer em um ambiente livre de estigmação e discriminação", disse a nota.

Medida polêmica
As regras de acesso aos banheiros nas escolas tinham sido estabelecidas por uma instrução federal promulgada em maio do ano passado por Obama, que passou a presidência dos Estados Unidos ao magnata no dia 20 de janeiro deste ano. Na época, Obama foi aplaudido pelo movimento LGBT.
A nova administração enviou uma carta às escolas de todo o país pelos Departamentos de Educação e de Justiça, alegando que as diretrizes anteriores geraram confusão e ações judiciais.

O governo Trump disse que a instrução será rescindida, mas que as salvaguardas contra o bullying não serão afetadas com a anulação das normas. O republicano afirmou também que a implantação da medida deverá ser decidida por cada estado, e não pela Casa Branca. As regras anteriores eram vistas pelos ativistas como um avanço na defesa dos direitos dos homossexuais e no combate à discriminação ao público LGBT.
Com informações da Agência Ansa

› FONTE: US


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