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Guarda Ambiental de Macaé apreende armadilhas ilegais de preás

Publicado em 10/01/2017 Editoria: Meio Ambiente sem comentários Comente! Imprimir


É importante que as pessoas apoiem a guarda fazendo denúncias

É importante que as pessoas apoiem a guarda fazendo denúncias

Capturar animais silvestres é crime. Em Macaé, a Guarda Ambiental está de olho à caça ilegal. Nesta terça-feira (10), foram encontradas cerca de 20 armadilhas para capturar preás, no Parque Natural Municipal da Restinga do Barreto. A descoberta foi feita durante um patrulhamento de ronda rotineira da equipe que está atenta a esse crime ambiental.

O patrulhamento da guarda ambiental é feito diariamente, no Barreto, entre o Atacadão e até próximo à empresa UTC, por dentro da restinga. Caso observe algo estranho, a equipe faz um trajeto maior.

Nenhum caçador foi pego, mas todas as armadilhas clandestinas foram desmontadas pelos guardas. A preá é um animal silvestre muito caçado para consumo. A caça é considerada crime pelo artigo 29 da Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98) que prevê matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécies da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente.

É importante que as pessoas apoiem a guarda fazendo denúncias, caso observem essa prática. É possível fazer de forma anônima, entrando em contato com a Guarda Ambiental pelo telefone (22) 99701-9770 ou com a Secretaria de Ambiente, no telefone (22) 2762-4802.

Na semana passada, a equipe da secretaria de Ambiente e Sustentabilidade recebeu oito pássaros que foram aprisionados ilegalmente. Canário da terra, sabiá, sanhaçu e trinca ferro (este último cada vez mais raro no município) foram as espécies levadas para a base operacional do Meio Ambiente e da Guarda Municipal, no Barreto. Todos estavam selvagens e foram devolvidos à natureza. 

› FONTE: Ascom


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