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Baía de Guanabara passa em teste olímpico

Publicado em 20/08/2016 Editoria: Meio Ambiente sem comentários Comente! Imprimir


Velejadores aprovam a qualidade da água durante a Rio 2016

O trabalho de barcos de coleta de lixo flutuante e a instalação de barreiras de contenção em rios garantiram o sucesso das regatas olímpicas na Baía de Guanabara durante os Jogos Rio 2016. Em dez dias de provas de vela, a frota de 12 ecobarcos da Secretaria do Ambiente, guiada por sistema de inteligência, removeu aproximadamente 20 toneladas de resíduos do espelho d’água da região.

– A operação de contingência dos ecobarcos funcionou perfeitamente, garantindo uma regata justa. Estamos fazendo medições diárias – destacou o secretário do Ambiente, André Corrêa.

A exemplo do sucesso dos dois eventos-teste de vela dos Jogos Rio 2016, uma força-tarefa atuou no monitoramento do espelho d´água da Baía de Guanabara através do suporte tecnológico da gerenciadora Pro Oceano. O software da gerenciadora possibilita identificar os possíveis locais de concentração do lixo flutuante de acordo com a previsão de marés, correntes marítimas e condições meteorológicas do ambiente da Baía de Guanabara. Monitorada por satélite, a frota de ecobarcos recebe orientação para coletar o lixo no espelho d´água da Baía.

Já as 17 ecobarreiras estão instaladas na foz dos principais rios e canais que deságuam na Baía de Guanabara e contam com serviço de recolhimento e transporte do lixo retirado para os aterros sanitários dos municípios do entorno.

Outro ponto a ser destacado é no que diz respeito ao monitoramento da qualidade da água realizado diariamente pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) desde o dia 20 de julho. A coleta de amostras da água na Marina da Glória e nas raias olímpicas da Baía apontaram resultados adequados para banho. Inclusive, nesse período, a Praia do Flamengo apareceu também como própria nos boletins de balneabilidade do Inea devido às obras de construção de uma galeria de cintura no entorno da Marina da Glória, o que encerrou com os antigos despejos de esgoto nas galerias de águas pluviais da região.

› FONTE: Agência Rio


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