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Na prorrogação, Campazzo decide e Argentina vence o Brasil

Publicado em 13/08/2016 Editoria: Olimpíadas 2016 sem comentários Comente! Imprimir


Foi com muita emoção, clima de Libertadores e final feliz para a Argentina. Neste sábado, o time da casa teve o jogo na mão, “entregou” no final e na prorrogação e se complicou para o restante dos Jogos Olímpicos. Comandados pelo armador Campazzo, os hermanos fizeram 111 a 107 após duas prorrogações e pintaram a Arena Carioca de azul e branco.

Além de Facundo Campazzo, que anotou 33 pontos e 11 assistências, Andres Nocioni se destacou e terminou o duelo como cestinha da partida (37 pontos), ajudando a defesa com 11 rebotes

Desta forma, o Brasil conhece sua terceira derrota em quatro jogos, o que torna uma vitória contra a Nigéria, na última rodada, obrigação para avançar ao mata-mata. Mesmo assim, a parada será difícil. Isso porque o provável adversário será o primeiro colocado do Grupo A: os Estados Unidos. Já a Argentina vira líder da chave com três vitórias e uma derrota.

O jogo

Mas a partida não começou nada boa para o time de Magnano, que viu Andres Nocioni castigar com bolas de três, deixando os hermanos com 11 pontos de vantagem. Foi então que Vitor Benite e Guilherme Giovannoni saíram do banco de reservas no segundo quarto para colocarem o Brasil no jogo. 

O primeiro abusou das bolas de três e marcou 13 pontos, enquanto o segundo anotou 10 pontos nos sete minutos que ficou em quadra. Com isso, o Brasil foi para o intervalo vencendo por 52 a 44.

No segundo tempo, brilhou a estrela de Nenê. Ele foi o principal nome do Brasil, que voltou apagado e deixou a Argentina encostar no terceiro quarto. Foram apenas 20 pontos do time brasileiro no período, sendo 12 deles marcados pelo pivô. Mesmo assim, o time verde e amarelo entrou na última etapa liderando o placar por cinco pontos.

Nele, a Arena Carioca 01 quase veio abaixo quando Nenê cravou uma enterrada na cabeça de Scola. O lance, que deveria ter inflamado o time brasileiro, não surgiu efeito. Pior do que isso, a seleção viu Campazzo comandar as ações ofensivas e Nocioni acertar uma bola de três a segundos do fim para empatar em 85 a 85 e levar o duelo para a prorrogação.

O jogo continuou com muito equilíbrio. A Argentina, porém, tinha Facundo Campazzo. Inspirado, o armador foi o grande nome da Albiceleste no tempo extra. O camisa 7 castigou nas bolas de três, nas bandejas e ainda serviu aos companheiros com boas assistências.

Já o Brasil pecou no nervosismo. Enquanto Nenê manteve a atuação consistente, os demais não se encontravam em quadra, tanto no ataque quanto na defesa. Ainda assim, o empate persistiu e mais cinco minutos foram necessários até um time sair vencedor.

A Argentina conseguiu abrir sete pontos de vantagem logo no começo da segunda prorrogação. Leandrinho, que estava zerado no jogo, iniciou a reação brasileira marcando nove pontos seguidos e colocando o Brasil a um de igualar o marcador. Mas foi aí que o time desandou. Alex forçou uma batida para o garrafão, errou feio e após dois lances livres, a Argentina voltou a abrir três de vantagem.

Faltando três segundos, Delfino errou os dois lances livres. No segundo, o Brasil esqueceu de brigar pelo rebote e a bola caiu nas mãos de Ginobili, que acabou com o jogo.

› FONTE: band


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