Macaé News
Cotação
RSS

Pedro Vilas-Bôas será o candidato do PSTU a prefeitura de Macaé

Publicado em 03/08/2016 Editoria: Eleição 2016 sem comentários Comente! Imprimir


A convenção do PSTU, diferente da maioria dos demais partidos, será no Lagomar

A convenção do PSTU, diferente da maioria dos demais partidos, será no Lagomar

Nesta quinta-feira, dia 04/07 ocorrerá a convenção do PSTU de Macaé, onde será oficializado o nome do operário do Terminal Cabiúnas, Pedro Vilas-Bôas, como candidato a Prefeito e como vice da chapa a professora da rede municipal e ex-diretora do Sindicato dos Profissionais da Educação(SEPE), Tania Graniço.

De acordo com o candidato do PSTU a eleição é um jogo de cartas marcadas, na qual só os ricos e corruptos tem vez. O petroleiro afirma: “A única saída para os trabalhadores é a luta em cada local de trabalho e em cada bairro da periferia. Colocaremos nossas candidaturas a serviço da Greve Geral para colocar para Fora Temer e Todos os demais que atacam os trabalhadores: Dilma, Bolsonaro, Cunha, Dornelles, Aluízio, Chico Machado... Fora Todos Eles”.

Pedro Vilas-Bôas, apresentará um programa voltado aos pobres, aos trabalhadores que constroem a riqueza de Macaé, mas não usufruem dela, diz o candidato a prefeitura. Entre suas propostas está um plano de obras públicas para barrar o desemprego e a estatização da SIT para garantir transporte gratuito a população, porém afirma que no capitalismo todas as conquistas dos trabalhadores são temporárias, sendo assim, é necessário uma ruptura radical com o atual sistema econômico e a construção de uma sociedade socialista em que o bem estar da população esteja em primeiro lugar. Pedro defende ainda que são os trabalhadores que devem governar diretamente as cidades e o mundo, através de conselhos populares.

A convenção do PSTU, diferente da maioria dos demais partidos, será no Lagomar e de acordo com a candidata a vice prefeito Tania Graniço, este local foi escolhido para deixar nítido que a prioridade de seu partido serão os setores mais explorados e oprimidos da cidade. “Faremos um programa de governo voltado àqueles que necessitam acordar cedo e ainda assim pegar ônibus lotado no Lagomar para ir trabalhar no centro e em bairros mais afastados. Não esqueceremos das mulheres que sofrem a violência machista no seu dia a dia, dos negros que construíram toda a riqueza de Macaé desde a época da escravidão e continuam confinados nos bairros sem a mínima condição, onde falta a infra-estrutura necessária a saúde e ao bem estar, legados ao descaso dos governos que por aqui passaram. E por fim, o nosso programa atenderá às necessidades dos lgbts, oprimidos pela sociedade devido a sua orientação sexual ou identidade de gênero”, concluiu a professora.

› FONTE: Ascom


sem comentários

Deixe o seu comentário