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Câmara de Macaé debate aumento no número de moradores de rua

Publicado em 17/11/2015 Editoria: Cotidiano sem comentários Comente! Imprimir


A situação foi levantada pelo vereador Marcel Silvano (PT)

A situação foi levantada pelo vereador Marcel Silvano (PT)

A atual crise econômica do país vem afetando empresas e investimentos antes previstos, principalmente, em cidades que fomentam a indústria, como é o caso de Macaé. O assunto foi debatido pelos vereadores da Câmara Municipal, na sessão desta terça-feira (17), que se mostraram preocupados diante do crescente número de pessoas em situação de rua. Entre os principais motivos está o aumento na taxa de desemprego e falta de políticas públicas de inclusão social.

A situação foi levantada pelo vereador Marcel Silvano (PT), ao apresentar a Indicação 1.047/2015, que cobra adesão do município à Política Nacional para a População em Situação de Rua. A proposição foi aprovada por unanimidade. Pouco antes da votação, Paulo Antunes (PMDB) já havia utilizado o grande expediente para cobrar do órgão competente ações imediatas.

“O município precisa olhar com carinho para os moradores de rua e prestar assistência necessária. Há locais abandonados que estão servindo de abrigo, sem qualquer estrutura básica. É preciso que haja um tratamento com dignidade e respeito”, defendeu Marcel.

Pelo Decreto 7.053/209, o governo federal estabelece diretrizes para o tratamento dos cidadãos que se encontram em situação de rua, vivendo em pobreza extrema, seja por problemas econômicos, sociais ou de saúde. Em casos como este, é dever do governo promover ações de respeito à dignidade, com atendimentos humanizados e de inclusão, com objetivo de reintegração à sociedade.

“A secretaria responsável precisa agir logo. A situação é grave e, se nada for feito, a tendência é piorar. Pessoalmente, vou cobrar uma resposta dos responsáveis, pois está claro que nada vem sendo feito”, acrescentou Paulo Antunes.

Complementando o tema, Maxwell Vaz (SD), lembrou que há equipe multidisciplinar, formada por concursados e contratados, que são designados especialmente para os atendimentos sociais. “A prefeitura precisa apresentar um plano e atuar de forma efetiva”, finalizou.

› FONTE: ASCOM


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