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Temporada de verão é propícia à reações alérgicas

Publicado em 14/02/2014 Editoria: Saúde sem comentários Comente! Imprimir


De acordo com Dr. Gilson Cunha, bebês e crianças mais novas são susceptíveis à intolerância e à intoxicação alimentar

De acordo com Dr. Gilson Cunha, bebês e crianças mais novas são susceptíveis à intolerância e à intoxicação alimentar

Nesta temporada, as pessoas ficam mais ao ar livre e deixam a pele mais exposta, não é novidade que a proteção solar seja in­dispensável, por causa de do­enças como o câncer de pele e outras. No verão, a pele fica mais vulnerável e o calor da estação somado à festas e viagens podem se tornar também uma combinação perfeita para eclodirem as reações alérgicas. Durante este período, elas podem se desenvolver até mesmo em quem nunca apresentou al­guma pré-disposição ao pro­blema. O organismo pode re­agir ao uso de algum produto ou alimento e o cuidado com a pele deve ser redobrado.

De acordo com o médico alergista de Rio das Ostras, Dr. Gilson Cunha, as alergias à insetos são as mais comuns nesta época, pela exposição a ambientes externos como praias, viagens ou campo. Como o clima está favorável para a procriação dos inse­tos, fica mais difícil escapar das picadas, principalmente, dos pernilongos. “Esse tipo de reação alérgica é muito comum no verão. Já as aler­gias alimentares acontecem durante todo o ano e, tam­bém temos uma maior inci­dência de alergia de contato, que se dá pelo uso de bronze­adores e protetores solares”, ressalta.

Segundo o alergista, um bebê pode não nascer alér­gico, mas a hereditariedade, principalmente da mãe, é fa­tor importante nas alergias sofridas pelos filhos. Ele diz que os bebês e as crianças mais novas são mais sus­ceptíveis à intolerância e a intoxicação alimentar pela imaturidade do sistema di­gestivo. “Mas, as reações alérgicas podem ser ime­diatas, que acontecem no momento do contato com o alérgeno (substância, ali­mento ou inseto) e que são, geralmente, mais graves, ou tardias, quando ocorrem ho­ras depois e são mais bran­das. As dermatites atípicas, por exemplo, costumam se desenvolver mais em crian­ças com eczema na pele ou em adultos que têm a pele muito ressecada. As reações são coceira e irritação na pele”, explica.

No verão, a exposição ao sol pode provocar uma reação comumente confundida com alergia. Quanto à isso o mé­dico diz que aquela cutânea provocada pelo sol resulta em queimaduras, com lesão da pele e fica permanente. As reações de urticária alérgicas são placas vermelhas no cor­po, que produzem coceira e não são fixas. Elas podem ser passageiras e melhorar com uso de antialérgicos. “Já as intoxicações e as intolerân­cias podem ser confundidas com alergia alimentar. Os alimentos que se deterioram rápido devem ser evitados. Nos dias mais quentes, o ide­al é consumir aqueles frescos e higienizados, além de beber bastante água e sucos natu­rais para manter uma boa hi­dratação. As pessoas não de­vem esquecer que as reações alérgicas podem ser graves, fatais e, por isso, não devem nunca demorar em procurar o Pronto Socorro mais próxi­mo”, orienta Dr. Gilson.

Com relação ao problema de alergia provocado por pica­das de insetos, ele ressalta que é preciso se proteger com o uso de repelentes. Em relação ao tratamento de alergias, Dr. Gilson diz que, geralmente, o diagnóstico se dá por meio de testes alérgicos realizados em Ïn Vivo e Ïn Vitro. “Os testes ‘In Vivo’ são feitos na pele do próprio paciente e os testes ‘In Vitro’ são realizados pelo sangue”, completa.

› FONTE: Macaé News (www.macaenews.com.br)


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