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CPI da Petrobras ouve sete funcionários da estatal nesta tarde

Publicado em 08/06/2015 Editoria: Geral sem comentários Comente! Imprimir


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras ouve hoje sete funcionários da estatal que tiveram participação nas obras das refinarias Abreu e Lima, em Pernambuco, e Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP). São eles: Abenildo Alves de Oliveira, Eduardo Jorge Leal de Carvalho e Albuquerque, Flávio Fernando Casa Nova da Motta, Gilberto Moura da Silva (gerente-geral da Refinaria de Capuava), Heleno Lira, Ivo Tasso Bahia Baer e Laerte Pires.

A audiência será realizada no plenário 1, a partir das 14h30.

No total, 14 pessoas serão ouvidas pela CPI nesta semana. O depoimento mais aguardado é o do empresário Júlio Faerman, ex-representante comercial da empresa holandesa SBM Offshore no Brasil. Ele é suspeito de ter feito pagamento de propinas a ex-diretores da Petrobras em troca de contratos com a estatal.

Faerman já havia sido convocado a depor anteriormente, mas não foi localizado. Ele só se dispôs a depor depois que a CPI aprovou a convocação do filho e do sócio dele.

Na quarta (10), serão ouvidos outros seis funcionários de segundo e terceiro escalão da Petrobras, envolvidos em processos de licitação, compras e até comunicação da empresa. São eles: Maurício Guedes, Heyder de Moura Carvalho (ex-gerente de Compras para Empreendimentos da Área de Abastecimento da Petrobras), Carlos Frederico Trevia (ex-gerente de Relacionamento e Comunicação da estatal), Marcos José Pessoa de Resende, Nilton Maia e Sérgio Bezerra.

Acareações

Na quinta-feira (11), a CPI vai se reunir para votar requerimentos de convocação. O presidente da comissão, deputado Hugo Motta (PMDB-PB), quer votar pedidos de acareação entre acusados que fizeram acordo de delação premiada com a Justiça – como o ex-diretor Paulo Roberto Costa e o ex-gerente de Tecnologia Pedro Barusco.

Mas há outros pedidos que devem ser votados. Um deles é o depoimento do empresário Júlio Camargo, um dos delatores do esquema, que relatou em depoimentos ter feito pagamento de propina a diretores e agentes políticos.

› FONTE: Agência Câmara


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