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Velozes e Furiosos 7 é melhor filme da franquia

Publicado em 02/04/2015 Editoria: Cultura sem comentários Comente! Imprimir


Sob o ponto de vista comercial, a cinessérie "Velozes e Furiosos" mostra que não há razão para as sequências serem menos inventivas e inéditas do que o original.

Dirigido desta vez por James Wan (responsável pelas franquias "Sobrenatural" e "Jogos Mortais"), o sétimo filme resulta o melhor de todos, muito pela competência em concentrar o que o público do gênero quer ver: engenhosas cenas de ação, montagem ágil, diálogos com frases de efeito, mulheres sensualíssimas e muita testosterona.

Além disso, a produção é fortalecida pela homenagem ao ator Paul Walker (a quem é dedicada), um dos astros do longa, que morreu acidentalmente em novembro de 2013. O ator deixou o filme inacabado mas, nas cenas em que fazia falta, foi recriado digitalmente por Wan, um trabalho quase imperceptível nas mais de duas horas de projeção.

O filme tem início logo após as aventuras do anterior, em que a trupe liderada por Dominic Toretto (Vin Diesel) e O’Conner (Walker) destruiu metade de Londres para combater o grande vilão Owen Shaw (Luke Evans).

Agora em uma vida mais pacata e doméstica, eles não esperavam que o irmão de Shaw, Deckard (Jason Statham), um mercenário de violência intensa, quisesse vingar-se em nome de sua família.

Depois de levar o oficial do FBI Hobbs (Dwayne Johnson) ao hospital, Deckard pretende eliminar o bando de velocistas. Será quando o agente secreto Mr. Nobody (Kurt Russell) entrará em cena: ele ajudará Dominic a deter o vilão, caso este o ajude a reaver das mãos do terrorista Jakande (Djimon Hounsou) a hacker sequestrada Ramsey (Nathalie Emmanuel) que, por sua vez, desenvolveu um sofisticado programa de vigilância global.

Sem muita ordem lógica, o que seria improvável aqui, as histórias se entrelaçam com reviravoltas e alianças inusitadas ao estilo “o inimigo de meu inimigo é meu amigo”. Nada disso realmente importa diante das extravagantes cenas de ação, que elevam a tensão a cada minuto. Todo o pacote envolvido com humor e drama, dosados com precisão pelo roteiro de Chris Morgan (de "O Procurado").

Como cinema exclusivamente de entretenimento, a fórmula deu certo, não apenas pelo resultado na tela, mas nas bilheterias, como ficou provado nos EUA, onde arrecadou US$ 115 milhões apenas no fim de semana de estreia. Um sucesso inegável para um filme que custou pouco mais de US$ 190 milhões, recorde da franquia, que já gerou US$ 2,4 bilhões nas seis produções anteriores.

Recentemente, Mauricio Meirelles, repórter do "CQC", fez uma entrevista exclusiva com Vin Diesel. Na ocasião, ele entregou as multas de trânsito que o astro fez enquanto filmava no Brasil. Reveja abaixo:

› FONTE: Band


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