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preview As profissões que pagarão mais (e menos) em 2014

Publicado em 21/12/2013 Editoria: Geral sem comentários Comente! Imprimir


- A fome das empresas por profissionais no Brasil esfriou em 2013 e a situação deverá continuar parecida em 2014. Essa é a maior
conclusão da pesquisa anual de 200 cargos e salários realizada pela empresa de recrutamento Robert Half, de São Paulo.

A economia em desaceleração não foi capaz de elevar o desemprego — a taxa era de 5,4% em setembro, ainda muito baixa —, mas deixou as empresas mais cautelosas na hora de contratar.

Mas, se não alterou o quadro de emprego, o pessimismo das empresas pode ser verificado nos salários. O levantamento da Robert Half prevê que no ano que vem as companhias vão oferecer remunerações mais modestas aos profissionais que pretendem contratar. A farra das superpropostas parece ter acabado.

"Em geral, as vagas que se abrem visam repor a saída de funcionários. São poucas as criações de cargos", diz Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half. Em outubro, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou um estudo que mostra que o Brasil não vive uma situação de escassez generalizada de profissionais qualificados.

Segundo o instituto, a oferta desse tipo de mão de obra cresceu nos últimos dez anos. Mas a análise do Ipea considera a possibilidade de que alguns setores tenham experimentado uma falta de profissionais de ponta. Essa é a chave para compreender o mercado de trabalho no Brasil e fazer planos de carreira: não existe uma realidade igual para todos.

Em cada empresa, em cada mercado, o profissional encontrará situações diferentes quando comparar seu salário, negociar aumento ou procurar emprego. Uma fase morna como a atual é diferente de um mercado superaquecido, quando sobram vagas e boas remunerações, ou de uma crise, quando todo mundo demite e os salários desabam.
(Exame)

› FONTE: Macaé News (www.macaenews.com.br)


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