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Direito, Politica e Cidadania - Por Helio

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XADREZ ELEITORAL MACAENSE. - QUEM SERÁ O PRÓXIMO PREFEITO DE MACAÉ / RJ?

Publicado em 17/05/2015 sem comentários Comente!

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Quem pretende ser candidato deve estar filiado a partido político pelo menos um ano antes das eleições. Trata-se de condição de elegibilidade estabelecida pela Constituição Federal e regulamentada pela Lei nº 9.096 /95, com previsão ainda na Lei nº 9.504 /97, que, desatendida, enseja o indeferimento do registro de candidatura.

Faltando alguns meses para o fim prazo de filiação dos que querem ser candidatos, esquentam as negociações, enquanto nas redes sociais pré-candidatos a prefeitos já se aparentam.

Não há como saber com certeza quais os pretensos candidatos efetivamente registaram sua candidatura até julho de 2016; quais desistirão no meio do caminho; quais venderão a candidatura e quais estão utilizando como upgrade. Pode-se, entretanto, tentar algumas conjecturas.

A sabedoria da política ensina que nessa corrida a vitória será de quem errar menos, o erro é implacável. Não perdoa ninguém: o experiente, o ambicioso, o sábio, o pecador e o santo. Muito menos os políticos.

OS CANDIDATOS:

Na corrida eleitoral temos um candidato que é o preferido acima da média; um com reconhecida habilidade política; um que goza de credibilidade junto aos eleitores; um com carreiras incensurável e um que com sabedoria segue pavimentando sua candidatura.

Governar Macaé, um município com porte e potencial de Metrópole mas com costumes de feudo, é um grande desafio.

Dir-se-á por aí que não há mar de rosa, e que tanto do governo quanto da oposição estão enfrentando a dificuldade. Impossível saber com certeza!

Politicamente exaurida e no meio da crise do petróleo, Macaé não tem tempo para erros.

O Exaurimento político ocorre porque alguns eleitores e políticos são voluntaristas, ambiciosos e superficiais.

Não sendo persuadidos pela razão, há quem diga que a eleição está decidida e quem ainda aposte que a próxima eleição para Prefeito de Macaé será um plebiscito.

Não é incomum embriaga-se da ilusória convicção de que já ganhou e que a reeleição é determinada somente por suas ações. Porém nada é certo e nem permanente na política. Ciclos políticos têm começo, meio e fim.

Se para a “situação” nada está certo, o que se diga da oposição!

Se os candidatos de oposição sobreviverem politicamente ao desgaste deste período pré-eleitoral. A questão que fica é quem poderá unir a oposição? Com certeza tem que ser alguém que já prestou relevantes serviços! Alguém que consiga agregar o coletivo e consiga está perto do povo! Um verdadeiro líder e estadistas.

A questão é saber se os Cardeais da política macaense estão dispostos a isso.

Enquanto os Cardeais não se acertam uma terceira via vem ganhando força.

Pode emergir como terceira via, um antigo estadista acima dos medíocres interesses políticos, que emprestando seus talentos, sua sabedoria e sua respeitabilidade pode mudar o tabuleiro eleitoral. Não lhe faltam saúde, nem condições intelectuais e, deve-se supor, tampouco vontade para se dedicar a essa missão em nome de sua legenda.

Em política ganha quem erra menos!

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