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Acosta e seu blog - Por Acosta

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Nota de Repúdio

Publicado em 01/11/2018 sem comentários Comente!


O Coletivo de Jornalistas de Macaé e Região é uma organização de jornalistas profissionais que visa a valorização da categoria e da qualidade da comunicação em nossa região como um todo. A iniciativa de sua criação partiu dos próprios profissionais que o compõem, por entenderem que era necessária uma maior defesa de nossos direitos profissionais, como o piso salarial, definição de carga horária e o trabalho com mais respeito. Acreditamos que estes pontos melhoram a comunicação disponibilizada para a população.

Desde de sua criação, em Novembro de 2016, as ações do Coletivo são pautadas e guiadas pelo Código de Ética dos Jornalistas, um documento que cria regras e definições para uma boa atuação jornalística, com qualidade e, sobretudo, ética.

Acreditamos que atuar com responsabilidade é um dever de todos nós e, por este motivo, exigimos que os participantes do Coletivo possuam diploma e/ou registro profissional, o que assegura nosso compromisso com a formação e a qualidade.

Essas ações, no entanto, parecem ter incomodado alguns comunicadores que, sem responsabilidade alguma, estão atacando o Coletivo com mentiras, notícias falsas e difamação. Esses, que se dizem profissionais da área, nunca chegaram a dialogar conosco, entender nossas ações ou comprovar sua formação. Fazem um trabalho que não pode ser configurado como notícias, mas sim, fofocas e inverdades.

Os ataques ao Coletivo voltaram a acontecer neste mês, em razão do debate, na Câmara de Vereadores, do Projeto de Lei 098/2017, que cria o Conselho Municipal de Comunicação. Em notícia veiculada no último dia 29 de outubro, o Portal Viu!, em uma atitude completamente desrespeitosa e perigosa, publicou prints do grupo de Whatsapp de jornalistas do Coletivo, expondo pessoas e seus telefones, em uma notícia falsa e mentirosa, que afirmava que o Coletivo tramava, em parceria com o Sindipetro-NF e vereadores do município, a aprovação do Conselho de Comunicação para censurar a imprensa macaense. Essa acusação absurda foi feita sem ouvir o Coletivo, sem conhecê-lo e utilizando pessoas infiltradas no grupo, que colaboraram para essa acusação. O Coletivo repudia essa matéria, reiterando que ela não corresponde à verdade.

É posição do Coletivo acreditar que o Conselho, assim como outros Conselhos Municipais, ajudará numa maior participação popular nas políticas de Comunicação municipais e que será benéfico para profissionais do ramo e para a sociedade como um todo. Reiteramos que suas ações visam o bem coletivo dos profissionais da comunicação, o que reflete em uma melhor prestação de serviço para a população. Os que têm medo de nossa organização são aqueles que trabalham sem formação, responsabilidade e ética e essa distinção fica cada vez mais clara. Continuaremos firmes em nossa luta por melhores condições de trabalho e por uma sociedade mais justa.

Coletivo de Jornalistas de Macaé/RJ e Região.

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Postado por Lourdes Acosta

Jornalista profissional com diploma

DRT/MTE 911 MA.

Membro do Coletivo.

Macaé, 01/11/2018.

 

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