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Acosta e seu blog - Por Acosta

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Pingos e respingos...

Publicado em 23/09/2018 sem comentários Comente!


Segurança I

Os problemas relacionados à segurança têm se tornado uma das principais preocupações dos brasileiros. Muitas pessoas não têm mais tranquilidade e nem a confiança de se deslocarem em determinados pontos das cidades temendo algum tipo de violência. A situação da segurança da mulher no Brasil não é das mais agradáveis. Mais de 4 mil cidadãs foram mortas em 2017 e outras 60 mil estupradas no mesmo período. Em Macaé não é diferente, principalmente, quando se trata de casos de violência como assédio moral e sexual, contra as mulheres que são as maiores vítimas.

Segurança II

Na última semana um caso de assedio às mulheres em Macaé foi divulgado nas redes sociais, nos seguintes termos: “Cuidado mulheres - Um homem branco, aparentemente 40 e poucos anos, gordo, com meia em só um lado do pé, de bicicleta está assediando mulheres no entorno da Praça Veríssimo de Melo. Ele persegue mulheres e meninas que estão sozinhas e fala coisas obscenas, reprimindo e causando pânico nas vítimas... Eu já fui vítima desse monstro em 2016, quando estava no ponto do ônibus sozinha, voltando da faculdade. E hoje, cerca das 11h da manhã, novamente passei por esse terror”, desabafou a vítima. No mesmo post, outra vítima disse: “Passei por algo semelhante próximo ao Ponto da Prefeitura. Era um cara com a mesma descrição numa bicicleta. Veio me seguindo pela rua lateral ao ponto e perguntando várias coisas. Eu não respondi e apenas andei mais rápido com receio de que algo acontecesse! Tem uns meses que isso ocorreu”, revelou.

Segurança III

Combater a violência contra mulheres é caso de polícia! Além disso, quando a Polícia Militar não consegue atender, a Patrulha Maria da Penha (Lei 4.350/2017) que já existe em Macaé há mais de dois anos é capacitada para atuar nos casos de violência à mulher, inclusive com viatura. A Patrulha, fica localizada no Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Rua São João, 35 (ao lado da Delegacia de Polícia Civil e próximo à Praça Veríssimo de Melo) deve ser acionada para investigar e prender o agressor...

Segurança IV

No quesito segurança e violência contra a mulher, vejamos o pensam alguns candidatos presidenciáveis: Álvaro Dias (Podemos) - defende a criação de vagas em abrigos para vítimas de violência e também o policiamento comunitário. Ciro Gomes (PDT) – Incentivar e ampliar a Ronda Maria da Penha, aumentar o número de delegacias da mulher e criar um protocolo para atendimento à mulher vítima de violência que tenha "atendimento, registro, exames, encaminhamento para médicos e psicólogos". Geraldo Alckmin (PSDB) - Criar um protocolo de atendimento a mulheres vítimas de violência e integrá-lo com outros setores, como saúde, direitos humanos e Justiça. Haddad (PT) – Dar continuidade ao trabalho da secretaria de Políticas Públicas para Mulheres, criada por Lula (que também sancionou a Lei Maria da Penha) e ao Programa Mulher Sem Violência e o Disque 180 (Dilma Rousseff). Defende ainda, que as delegacias especializadas de atendimento à mulher devem funcionar todos os dias da semana, inclusive nos sábados e domingos, sem fechar aos finais de semana. Marina Silva (REDE) – “Esse tema precisa ser tratado e o governo federal precisa finalmente assumir sua responsabilidade na segurança pública”. Jair Bolsonaro (PSL) - Defende medidas “radicais” para o problema da segurança pública no Brasil. No combate a criminalidade, pretende promover o endurecimento de leis penais, fortalecer o policiamento e promover a revisão do Estatuto do Desarmamento quanto à flexibilização para uso e porte de arma de fogo pelo cidadão comum. 

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Macaé, 23 de setembro de 2018.

Jornalista Lourdes Acosta

DRT/MTE 911/MA

acosta.lou@gmail.com

 

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