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Direito, Politica e Cidadania - Por Helio

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2018 O ANO QUE NUNCA TERMINA.

Publicado em 05/09/2018 sem comentários Comente!

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2018 trará para o Brasil consequências que afetarão a realidade contemporânea e futura. 
Não bastasse a corrupção desenfreada que cobre de vergonha o orgulho e a honra nacional, esse ano tivemos que encarar: Incêndios do Museu Nacional; Disparada do dólar; Presidenciáveis demagogos; Candidatura de Lula preso; Solta e prende do STF; Greve dos caminhoneiros; Crise penitenciária; Expansão do domínio territorial do crime organizado; Intervenção Federal para inglês ver; Assassinato de uma parlamentar sem resposta; Refugiados venezuelanos sendo agredidos; STF aumentado o próprio salário; Corte de gastos essenciais; Interrupções de pesquisas; Sucateamento das instituições públicas; baixo resultado do  Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB; Congelamento dos salários dos servidores públicos; Sucessivos aumentos do preço da energia e dos combustíveis e a lista de desgraça não para. 
E quando você pensa que já viu de tudo, como as trocas de farpas e ofensas dos Ministros do STF em rede de televisão nacional. No auge do luto pela perda do Museu Nacional, vem os despautérios dito pelo Ministro da Secretaria do Governo, Carlos Marun e o Prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crívela.
Os dois políticos representam bem os políticos brasileiros e a visão superficial que estes tem dos problemas do Brasil. Não são só os museus brasileiros que estão as moscas ou caindo aos pedaços, metaforicamente são todos os valores e instituições que sustentam e formam uma nação que está caindo aos pedaços, esvaziada pelo Paroquialíssimo, Personalismo, Clientelismo e Corporativismo.  
Não é apenas uma crise política e econômica, que a gente pode recuperar como tantas outras que já vieram e foram, o Brasil está passando por um doloroso processo, uma crise que apaga o passado e põe em risco o futuro. 
Nossa sorte está lançada! O horário político da campanha presidencial começou nesse sábado último, e o que se vê são cinco candidatos disputando as duas vagas no segundo turno: o preposto de Lula, Bolsonaro, Marina Silva, Ciro Gomes e Geraldo Alckmin. 
O problema é todos os prováveis candidatos são “demagogos” e se comprometem com os interesses populares, como forma de encontra espaço no cenário eleitoral. E a que tudo indica a eleição será resolvida pela escolha dos eleitores, do candidato “menos pior”, já no primeiro turno.
E aí está a questão nesse momento de crise que nunca termina, falta virtude, competência, capacidade e persistência para se estabelecer uma política de estado que estabeleça um rumo para o país que seja percebido como confiável para os “mercados” e esperançoso para o povo, ou os políticos (executivo e legislativo) entendem isso o não haverá mais Brasil em 2019 e sim a cinzas de uma Nação. O Brasil precisa não de “candidatos”, mas de líderes.
Essa é a eleição do tudo ou nada. A destruição do acervo do Museu Nacional já dá uma dimensão do que vem pela frente.    
 
 
 

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