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BreakFest - Por Sergio

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A vergonha de ser brasileiro.

Publicado em 22/09/2017 sem comentários Comente!

Enfim, de malandro não temos nada, somos conceituados como o terceiro pais mais idiota do planeta.

Enfim, de malandro não temos nada, somos conceituados como o terceiro pais mais idiota do planeta.

Talvez poucos entendam quando falamos em ter vergonha de ser brasileiro. Mas como assumir com orgulho uma nacionalidade corrupta? Que nos marginaliza e rebaixa a um terceiro mundo desenhado em detalhes. O futebol é pouco para esse orgulho. Sobram craques de bola, mas falta dignidade. Como assumir a passividade silenciosa de uma escravidão, imposta por meia dúzia a milhões de cidadãos? É ser comparado ao gado, que silenciosamente caminha para o matadouro.

Hoje, o Brasil é visto com espanto por outros povos. Sobre nós, cai todos os tipos de desvalorização. Porque permitimos ser escravos, em plena atualidade, onde o mundo se abre, derrubando fronteiras. Quando todos exigem liberdade e respeito, dos seus governos. Nós, acatamos as maiores covardias que este, poderia fazer a um povo. Não somos um país cidadão. Somos um povo sem identidade, carente de educação e ética. Achamos, que o se dar bem é fruto de esperteza e sabedoria. Quantos se orgulham, por ter encaixado o filho em uma empresa através do seu conhecimento. Ao passo, que a vaga deveria ser ocupada por méritos. Isso, que envenenou a nossa sociedade. Isso, que chamamos de “Jeitinho brasileiro”, foi a desgraça do Brasil. Tanto que no Rio de Janeiro, na terra do malandro. É que a derrocada foi maior.

Enfim, de malandro não temos nada, somos conceituados como o terceiro pais mais idiota do planeta. Carecemos de um banho de caráter e dignidade, para depois refazer esse país. Nada como uma lição de patriotismos, aos políticos corruptos e sem noção dos seus crimes.

Não sei se essa receita seria o ideal. Mas uma coisa eu tenho certeza. Orgulho de ser daqui, para quem tem consciência do que vivemos, está longe de acontecer. Que venha a vergonha, o caráter, enfim, o amor próprio. Em nome das futuras gerações, que deveriam herdar um mundo como herdamos, bem melhor, do que esse, que vamos deixar.

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